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REVIEW: Game of Thrones (Season finale – Mhysa)

11 jun

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Eu esperava que a HBO mudasse um pouco na terceira temporada sabe, que nos desse um décimo episódio digno. E dava para fazer; o conteúdo de ‘A Tormenta das Espadas’ pedia isso. Até ignorei o trailer que contou tudo o aconteceria da season finale da 3ª temporada. Mas ela não veio. O padrão GOT foi mantido. Episódio nove: sensacional. Episódio dez: inferior ao que vimos antes. Mhysa é o típico episódio de transição entre uma temporada para a outra. Criam dezenas de laços, lançam dezenas de cordas, mas não mostram onde, nem por que. Sabe aquele teaser que aparece ao final de cada episódio? É como se tivesse sido um teaser de 60 minutos sobre a 4ª temporada. É isso que faz o expectador voltar? Sei lá, creio que voltaria de qualquer jeito. A história faria isso por si só. Mas vá entender esse mercado louco. Mhysa foi ao ar no dia 9 de junho, pela HBO Brasil, escrito por David Benioff e D.B. Weiss e dirigido por David Nutter. Teve seus momentos, apresentou todas as tramas, mas não mostrou o que eu queria…

Preciso falar que tem spoiler? Só da série. Não falamos nada relacionado ao livro, ou ao que acontecem com os personagens no decorrer da história. Série e série, livro é livro. Esperamos um dia para dar tempo de você baixar, caso não tenha visto na TV. Se baixou e ainda não viu: faça isso agora. Se não conhece a série, vale a pena conhecer.

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Então… Restam poucos Starks. E não tem como prever nada do futuro dos quatro. O que Arya (Maisie Williams) irá fazer agora? A pequena até começou uma micro vingança: encontrou um grupo Frey no caminho e matou seu primeiro. A garota começa a virar uma guerreira. Será que Sandor “The hound” Clegane (Rory McCann) será o novo tutor dela? Aprendendo a matar com aquele que você quer matar. Uma trama legal.

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E Bran (Isaac Hempstead Wright) continua a sua saga e busca do Corvo de Três Olhos, ou o que quer que isso represente. Agora do outro lado da Muralha, com a multidão de Caminhantes Brancos soltos. E Jon (Kit Harington)? Uma coisa que aprendi: nunca traia uma selvagem. Como vai ficar o relacionamento dos dois agora que ele retornou para a Muralha e ela está indo lutar contra ele?

E a Sansa (Sophie Turner), que casou com o anão, parecia até estar mais feliz, até saber da morte de Robb. Como ela vai se livrar deste casamento e cadê o Petyr ‘Mindinho’ Baelish (Aidan Gillen)? Disse que iria livrar a Sansa, mas ainda não fez nada. E ela provavelmente não fará nada sozinha.

Enquanto isso, no Pequeno Conselho

Continuando em Porto Real, a crise de poder se instaurou. Joffrey (Jack Gleeson) quer mostrar que é o Rei e faz o que quer. Tyrion (Peter Dinklage) avisou que o esporte preferido dele, que é humilhar Sansa Stark, está cancelado, e o ameaça de morte, caso ele tente fazer algo com ela. Pra piorar, Tywin Lannister (Charles Dance) também se cansou dos ataques do neto. O poder é frágil. A volta de James (Nikolaj Coster-Waldau) sem a mão mostra isso. O cara que saiu como o principal cavaleiro volta e é confundido com um mendigo. E realmente, o que ele vai ser agora sem um braço? Será que Cersei (Lena Headey) vai querer o irmão amante de volta mesmo assim?

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Poder também é o tema da conversa entre Tyrion e seu pai, que resulta no rompimento total da relação dos dois. O anão agora sabe com certeza que tem o ódio de seu pai, e que só está vivo por causa da obrigação de Tywin com a família. Casado com Sansa, com uma amante que não quer fugir, e parece não querer o dinheiro dele também, e com a maldição de ser um anão, qual será o caminho de Tyrion agora? Como ele vai fazer para conseguir poder novamente, poder além do seu nome?

A Guerra

“A Guerra dos Cinco Reis não é nada. A verdadeira guerra será no Norte”. Quem disse isso? Melisandre (Carice van Houten). A vermelhinha. Sabida a garota. Gendry (Joe Dempsie) ia ser sacrificado mas foi salvo por Davos Seaworth (Liam Cunningham). O Cavaleiro das Cebolas então muda o rumo da guerra. Ele mostra uma carta para Stannis (Stephen Dillane) gente, o Davos tá lendo e revela o que está acontecendo do outro lado da Muralha. Se a mesma noticia chegou em Porto Real e foi ignorada, e olha que para lá foi enviada uma mão, o mesmo não aconteceria no locar onde mais se acredita em magia na atualidade. A Guerra agora rumará para o Norte, e será em outro nível.

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E o episódio fecha no principal momento. O crescimento de Khaleesi. Enquanto em Porto Real, o poder começa a ruir o Reino, em Yunkai, Daenerys (Emilia Clarke) começa seu reinado justo, sem escravos, o Reino livre, sua utopia. Claro, uma utopia com dragões. Sem eles, ela não seria nada, seria pior que seu irmão, o Rei Pedinte, como era conhecido. O crescimento da personagem é o melhor da série. Começou vendida em casamento, tentou se matar e ressuscitou do fogo, e agora começa o seu reinado. Resta saber quando o poder irá começar a ruir. Pelo menos foi isso que aprendi com R.R. Martin…

Nota:

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Ramsay Snow (Iwan Rheon), o bastardo Bolton, está roubando a série. Com um vilão muito mais trabalhado do que o mimado Joffrey, ele faz da tortura física e psicológica de Theon (Alfie Allen) algo sensacional. Ao lado de Tyrion e Arya, são os donos das melhores atuações.

E você? Gostou dos rumos que a série tem tomado? Queria mais ação no último episódio? Deixe sua opinião nos comentários…

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REVIEW – Mad Men (S06E10) – A Tale of Two Cities

8 jun

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O episódio 10 da 6ª temporada de Mad Men começou confuso, como a maioria dos demais. Mas como todo episódio da série, ele foi se desenrolando para chegar a uma conclusão. É interessante a forma como a série é apresentada e sua direção muito bem feita, além da elegância dos cenários e figurinos, a riqueza de detalhes e a trilha sonora perfeita. O responsável pelo visual padrão de Mad Men foi o diretor Alan Taylor, que dirigiu Os Sopranos.

Em “A Tale of Two Cities”, os novos sócios da agência, Ted Chaough (Kevin Rahm) e Jim Cutler (Harry Hamlin), estão se preparando para realizar uma mudança radical na agência. Enquanto isso, Don Draper (Jon Hamm) e Roger Sterling (John Slattery) estão visitando um potencial cliente em Los Angeles.

O episódio começa com a Convenção Nacional Democrata de 1968, onde o candidato a presidente dos EUA, Hubert Humphrey discursava. O evento estava sendo transmitido ao vivo pela TV. Na época, estavam sendo realizadas diversas manifestações populares contra a Guerra do Vietnã, que eram repreendidas pelos policiais. Humphrey era democrata e concorria com Richard Rixon, republicano. No fim, Nixon utilizou os tumultos a seu favor e acabou vencendo. Em sua campanha, o candidato prometeu restaurar a lei e a ordem nas cidades do país.

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Logo no início do episódio, Megan (Jéssica Paré) e Don assistem à Convenção pela TV. Megan estranha não estarem debatendo a guerra e Don logo explica que Humphrey não pode assumir que é contra a guerra em plena transmissão nacional. Ele ainda continua, dizendo que a guerra só começará a ser debatida 30 segundos após o horário nobre e que as notícias de policiais repreendendo manifestantes com violência também não passaram no horário nobre. Mas o próprio Don não parece se importar muito com a situação. A série mostra que o executivos da Avenida Madison não são tão engajados politicamente, muito menos politicamente corretos. Assim como Cutler, um dos novos sócios da agência, que não demonstra nenhum interesse nas notícias sobre a guerra e as manifestações e ainda afirma que o que não pertence a seus negócios não lhe interessa. Michael Ginsberg (Ben Feldman) é que não gostou disso e o acusou de negligência, nazismo, racismo e daí por diante.

Ginsberg ficou um tempo sem destaque na série, o que acho uma pena, já que ainda há muito o que explorar no personagem. Ele é uma figura interessante da série, claramente com algum distúrbio mental. Acredito que ele possa ter a Síndrome de Aspenger, principalmente por sua dificuldade de interação social e em processar emoções. Mas nem ele mesmo imagina isso, já que a síndrome só foi reconhecida em 1994. O ator Ben Feldman consegue mostrar bem a excentricidade do personagem.

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Já Cutler chegou de fininho e quase sem ser notado, mas a verdade é que acredito que ele esteja tramando alguma coisa. Ele já começou a dar sinais disso, por meio das intrigas que tem causado entre os “dois lados” da nova agência. E ninguém percebeu isso ainda, exceto, talvez, por Pete Campbell (Vincent Kartheiser), mas ele não costuma ser levado a sério pelos outros.

Quanto a Bob Benson (James Wolk)… até hoje não sabemos qual é a dele.

Em Los Angeles, Sterling acreditava que conseguir o cliente seria fácil, já que a agência agora é grande. Mas, durante a reunião com os sócios da empresa de leite em pó e laticínios, ele, Don e Harry Crane (Rich Sommer) foram surpreendidos pela questão apontada pelos clientes: o conflito entre a empresa deles e a Life Cereal, também cliente da agência. Don logo tira a resposta da manga: públicos diferentes. O público da empresa de laticínios é composto por adultos, o público da Life Cereal é composto por crianças, pois adultos não gostam de cereal, mas de ovos e bacon. O mais interessante da série é exatamente essa parte de reuniões com clientes, o funcionamento da agência, ver como eles trabalham e resolvem os problemas…

Don resolve provar haxixe. Ele não diz ‘não’ para nada. Engraçado um cara resolver provar todo tipo de droga depois dos 40, assim como Sterling com o LSD. Depois de fumar o haxixe, Don começa a ter alucinações, vendo a Megan dizendo que estava grávida. Inicialmente, pensei que era outra mulher, que ele estava enxergando como Megan. Depois descobrimos que o tempo todo ele está afogado na piscina, quase morrendo. Foi bastante viajado e desnecessário, só para mostrar que o Don ainda é um danado.

Sterling, hilário e sarcástico como sempre, perde uma mulher de nome Lotus (Evan Lorene), que estava totalmente drogada e sem entender nada da situação, para Danny Siegel (Danny Strong). Danny é um ex redator da agência, que era ruim de serviço e foi contratado somente porque era primo de Jane (Peyton List), ex esposa de Sterling.

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A decisão de Joan Harris (Christina Hendricks) de correr atrás de uma nova conta (Avon Cosméticos) deve ter animado muita gente, como eu. Deu uma nova perspectiva para a personagem, que estava meio sem graça na série. Ela agora está tentando crescer na agência, ganhar mais importância e mostrar que é capaz de lidar com o atendimento ao cliente. Desde o início da série, Joan batalha para ocupar seu lugar na “base da porrada”.

Claro que a decisão de Joan deixa Campbell furioso, pois ele é quem deveria atender os clientes e trazê-los para a agência.

A cena final do episódio foi muito bem dirigida. Estressado com a situação da agência, sendo a gota d’água Joan ficar com o atendimento da Avon, Pete Campbell fuma um baseado para tentar relaxar, porque ele é sempre tão tenso. A câmera lenta e a  troca de tomadas deixam a cena bem interessante, enquanto Pete segue, com os olhos, as pernas de uma mulher que passa. Acredito que a cena deixa a possibilidade de uma mudança de comportamento do personagem.

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No início do episódio 10, os sócios da agência discutem sobre o nome da empresa, que ainda possuía os sobrenomes de dois sócios já mortos. Eu também estava me perguntando quando eles resolveriam isso. Depois da fusão, a agência ficou praticamente sem nome, porque “Sterling Cooper Draper Pryce” eu já achava grande, com a adição de mais três sobrenomes, ficou impossível alguém lembrar todo o nome da agência. Então a empresa ficou sem uma identidade, o que não pode acontecer de jeito nenhum a uma agência de publicidade ou qualquer outra empresa. Depois de muitas discussões e de nenhum dos sócios querer ter seu sobrenome por último, Chaough e Cutler propõem o nome “Sterling Cooper and Partners” (Sterling Cooper e sócios). Achei bastante estranho, acredito que estão tramando alguma coisa, o que provavelmente só saberemos na próxima temporada.

Por thafullin.

Para conferir mais artigos do Salada de Bacon, clique aqui.

Once Upon a Time – Balanço da 2ª Temporada

5 jun

Tudo que não aconteceu na primeira temporada da série, aconteceu na segunda. Tudo que a gente queria tanto ver na primeira temporada e muitas outras coisas que a gente nem imaginava. Enquanto a primeira temporada fica só introduzindo mais histórias e mais personagens, a segunda explica a história de muito mais gente. Ela juntou muitas histórias, ligou muitos pontos, explicou muita coisa e foram muitas reviravoltas inesperadas.

Se você não assistiu a 2ª temporada de Once Upon a Time e não gosta de spoilers, é melhor parar por aqui.

— Spoilerfobia —

Foram mostrados personagens que não foram afetados pela maldição e permaneceram no mundo mágico, porém, todo destruído e tomado por ogros. Só achei extremamente chata a história da Bela Adormecida (Sarah Bolger) com o príncipe Phillip (Julian Morris) e a Mulan (Jamie Chung), formando um triângulo amoroso. A atuação de Jamie Chung ficou péssima, ela não tem presença, não tem carisma, é totalmente sem graça. Outra coisa: não tem nada a ver ela gostar do príncipe Phillip. Quer dizer então que ela fica infeliz e amarga atrás de um cara que não gosta dela pra sempre? Triste destino.

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Gostei de como juntaram todas as pontas soltas da história, colocando o Neal (Michael Raymond-James), ex da Emma, para ser o Baelfire, filho do Rumpelstiltskin (Robert Carlyle) e, consequentemente, pai do Henry (Jared S. Gilmore). E o Rumpelstiltskin acabou sendo avô do Henry. Ele é o senhor das trevas, mas eu gosto dele, sempre gostei.

O início da segunda temporada me confundiu, nem parecia Once Upon a Time, já que os episódios da primeira temporada costumam começar com um flashback dos personagens na Floresta Encantada. O primeiro episódio da segunda temporada começou com Neal, que nunca havia aparecido antes. Só depois ele foi aparecer em um flashback da Emma. Fiquei perdida, pensando “Meu Deus! Quem é esse? Quem é esse?”.

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Enfim. Maldição quebrada. Bacana ver todo mundo se reconhecendo e como não perderam a memória dos acontecimentos de desde que chegaram no mundo real. Rumpelstiltskin traz magia para o mundo real para encontrar seu filho. Demorei para entender o objetivo dele.

Acho estranho Emma (Jennifer Morrison) ser filha da Branca de Neve/Mary Margareth (Ginnifer Goodwin) e do Príncipe Encantado/Dave (Josh Dallas), sendo que ela parece mais velha do que eles, com aquela expressão de preocupada. Lembro que logo que a série começou, achei interessante a escolha da atriz Jennifer Morrison para o papel de Emma Swan, a principal da trama, pois já conhecia seu trabalho em outras séries e filmes. Mas levei um susto com a atuação dela em Once Upon a Time, não gostei mesmo, me decepcionou. Em How I Met Your Mother ela era bem melhor, no papel de Zoey.

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Ela só fica com essa cara.

Apenas nesta temporada entendemos o porquê da amargura de Regina (Lana Parrilla). Vemos que antes ela era uma boa pessoa, que passou por muitas situações ruins e acabou se tornando a Rainha Má. A história dela com seu amor Daniel foi muito triste, por isso tenho dó dela. Mas uma coisa que me irritou na segunda temporada foi a indecisão da personagem: Regina é boa, brinks é má, brinks é boa, brinks é má. A atriz Lana Parrilla é sensacional no papel.

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Foi interessante ver Emma e Branca de Neve/Mary Margaret na Floresta Encantada. Deu pra ver um pouco da antiga Mary Margareth. O melhor de tudo é quando elas encontram o Hook (Colin O’Donoghue). Adoro!

Foi bem viajado aquela história de os personagens do mundo real conseguirem se encontrar com os do mundo mágico por meio de uma espécie de “limbo”, mas tudo nesta série é meio viajado mesmo, não precisa fazer sentido. E a explicação para a série ter esses devaneios vem de seus roteiristas: Adam Horowitz e Edward Kitsis fizeram parte da equipe de escritores de Lost. Eles começaram a escrever Once Upon a Time em 2004, mas preferiram esperar Lost terminar para colocarem o projeto em prática.

Cora (Barbara Hershey), mãe de Regina, aparece como vilã da série e ela realmente é muito má. A mulher é fantástica, até a Rainha de Copas ela já foi. Ela mata velhinhas inocentes que não têm nada a ver com a história, mata a mãe da Branca de Neve, que era um anjo de pessoa, engana todo mundo, rapta as pessoas, usa as pessoas… isso porque ela optou por não ter mais um coração, que ela arrancou quando queria esquecer seu amor pelo Rumpelstiltskin! Achei essa história dos dois fantástica também, muito bem pensada. Ótima atriz a Barbara Hershey, virei fã.

Fiquei realmente triste quando Cora morreu, principalmente porque sabia que a Mary Margareth ia ficar cheia de frescura por ter sido a responsável pela morte. No entanto, melhor ela do que o Rumpelstiltskin, né? Gente, chorei demais quando ele estava morrendo e ligou para a Bella (Emilie de Ravin), falando que a amava e tudo mais.

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E por falar na Bella… A fronteira da cidade passa a ser um lugar onde eles perdem a memória. A história do Rumpestiltskin e da Bella sempre foi uma das que eu mais gostava, até ela perder a memória e ficar naquela viadagem. Ela é uma fofa, mas ô menina sofrida. Depois de ficar anos presa no subsolo, até vadia ela virou, coitada. E quando a memória dela volta, o Rumpelstiltskin vai para a Terra do Nunca atrás do Henry.

Mais para o final da temporada, eles lidam com o perigo de pessoas do mundo real descobrirem a cidade encantada, que possui mágica. Aparece Greg Mendell (Ethan Embry), como um desconhecido que sofreu um acidente de carro na fronteira de Storybrooke (o mesmo incidente que fez Bella perder a memória). Depois descobrimos que ele é um antigo conhecido de Regina. Foi a primeira criança que ela tentou adotar, antes de Henry. Regina foi infeliz o suficiente para tirar o menino do pai contra a vontade dele e dar um sumiço no pai. O menino, agora homem, voltou para se vingar e acabar com a mágica. Sua aliada é, quem diria, Tamara (Sonequa Martin-Green), a noiva do Neal. Uma vadia qualquer aí. Ethan é um ator com uma extensa lista de filmes e séries no currículo, mas seu papel em Once Upon a Time é bem fraquinho. Não por culpa dele, acredito.

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O pobre do Neal/Baelfire já é experiente em viagens entre os mundos. Foi da Floresta Encantada para o mundo real, do mundo real para a Terra do Nunca e da Terra do Nunca de volta para o mundo real. Agora, depois da briga com os novos vilães, ele foi parar… NA FLORESTA ENCANTADA DE NOVO. E, graças a Deus, foi encontrado pela Aurora, pelo Phillip e pela Mulan, já que ele levou um tiro da Tamara e estava bastante ferido.

Quando ele esteve Neverland, ainda menino, ele vira quase filho do Hook. Os dois ficam próximos e o fofoqueiro do Bae acaba revelando a única forma de matar seu pai, o senhor das trevas. Logo para o Hook, que quer vingança por ele ter matado sua amada, que por um acaso é a ex-mulher do próprio Rumpelstiltskin e mãe de Bae. E durante este flashback na Terra do Nunca, percebemos que os “capangas” de Peter Pan estão atrás de algum menino especial, que não é Baefire.

Essa dupla de novos vilães (Greg e Tamara) dão um trabalho… Quase matam a pobre da Regina e quase acabam com todos os personagens da série, usando uma pedra que serve como válvula de escape da maldição, que pode engolir tudo e todos para o nada. Se não fosse o poder da Emma combinado com o da Regina, tudo viraria pó. Mas quando eles piscam, o Henry some: raptado pela dupla maldita. Eles levam o garoto para onde?! NEVERLAND. Por quê? PARA ENTREGAR AO PETER PAN. Sim, ele é o garoto que o Peter Pan tanto quer.

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Vê se pode?! Agora transformaram o Peter Pan em malvado!! Fiquei inconformada com isso.

Por thafullin

REVIEW – Modern Family (S04E24) – Season Finale

5 jun

“Goodnight Gracie”, o episódio que poderia ter sido muito melhor

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Modern Family começou com uma primeira temporada sensacional. O estilo documentário era uma novidade em séries de TV, e o roteiro era muito diferente do que estávamos habituados com The Big Bang Theory e Two and a Half Man, séries de humor referências na época. A segunda temporada ainda manteve o gás da série, mas houve uma queda de qualidade na terceira, e na quarta. O final desta temporada não foi o melhor momento desta família moderna, mas trouxe um ponto interesse em relação ao lado dramático dos personagens. O episódio foi dirigido por Steven Levitan, um dos criadores da série, e escrito por Christopher Lloyd, o outro criador do show, e Jeffrey Richman. Foi exibido no dia 22 de maio.

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Quando um episódio de uma série de humor te marca mais pela parte dramática do que pelas piadas e outras inserções, sem arrancar risos do expectador, é sinal de que algo está errado. Gracie, para quem não sabe, é a mãe de Phill Dunphy (Ty Burrell). Após o falecimento dela, que não apareceu na série, toda a família vai para a Flórida, se despedir. Esse é o mote do episódio final. Aliás, a maioria das séries de humor que assisto pecou no que diz respeito a final de temporada. The Big Bag Theory, Raising Hope e Community tiveram finais péssimos, que não te dão vontade nenhuma de continuar acompanhando a série. Quem mudou isso foi apenas How I Met Your Mother, mas falaremos disso em outro post. Apenas Phill e sua filha Alex se destacam no episódio, e mais pela atuação dramática do que humorística. Em relação aos outros personagens, a impressão é que faltou tempo para trabalhar suas histórias, principalmente a do Jay, que foi, de longe, a mais desnecessária. Haley foi a mais prejudicada por isso. E faltou a Lily Tucker-Pritchett, que nem aparecer neste episódio apareceu.

Claro que não dá mais para falar do episódio sem contar spoilers, então, se você ainda não viu, baixe via torrent ou pelo seu site preferido, ou vá assistir na TV. Deixa o site aberto. Depois que você terminar, continua a leitura, e vê se concorda ou não comigo.

— SPOILERFOBIA —

 Ver o Phill sério, sem ser o pai palhação, às vezes é mais engraçado do que quando ele quer se engraçado. Aliás, estes são os melhores momentos dele. O episódio inteiro é centrado nisso. Com a dor de perder a mãe, ele ainda tem que cumprir o último desejo louco dela: fazer com que seu pai, Frank Dunphy (Fred Willard), conheça aquela que Grace escolheu para ser sua substituta. Minha torcida é para que o assunto seja tratado já no começo da quinta temporada, mas poderia ter sido melhor definido nesta season finale. Muitas das outras histórias eram desnecessárias.

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A principal delas é a história do Jay (Ed O’Neill), que encontrou na casa da frente à dos Dunphys a mulher com quem ele perdeu a virgindade. Depois que Jay contou quase toda a história, ela se recordou quem ele era, e foi buscar algo para ele. Sério, eu pensei que seria um filho, algo assim, e isso faria aquela ramificação da história ter algum valor. Como ele contaria para Glória? Como outro homem, bem mais velho que Claire e Mitchel, entraria nessa história? Seria um ponto interessante para renovar a série. Mas não, a velha Charlotte (Millicent Martin) trás é uma caixa com ‘lembranças de soldados’ e Jay percebe que a velha era muito rodada. Como eu disse, desnecessário. Só o filho salvaria essa história.

Mitchell (Jesse Tyler Ferguson) e Glória (Sofia Vergara) começam outra história do episódio, uma onde a colombiana é procurada pela polícia por envolvimento com prostituição. Nada que desabone o passado dela. É que depois que ela se mudou, a casa onde ela morava virou um puteiro e o nome dela constava ainda no contrato de aluguel. O advogado Mitchell vai com ela à Corte para resolver a pendência. Antes disso, ele ajuda várias pessoas que tinham audiências marcadas para antes da de Glória e vai vencendo todos os casos. A expectativa era de que ele errasse em algum momento, ou principalmente, errasse na hora da Glória. Mas nada disso aconteceu. Cansada, a juíza aceita o pedido e limpa o nome da Glória. Pronto. Simples. Uma escolha fraca. Quem vê espera uma complicação, uma Glória se envolvendo em confusão pelo seu temperamento latino. Mas nada. Só serve para fazer o Mitchell querer voltar a advogar. Só. Também desnecessário.

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Cam (Eric Stonestreet) também foi prejudicado pela história. Mal chegou a Flórida, o gay mor da série vai se familiarizando com as fofocas do local e fica sabendo de tudo. Ele se dá muito bem com o grupo de leitura da 3ª idade, mas durante um jogo de Majong, cria um conflito entre três idosas e acaba complicando aquele clima de paz. Só a atuação de Eric salva ali, mas também nada demais. Dessa história não esperava nada.

Dentre as crianças, a única que merece ser citada é a Alex (Ariel Winter). Desde o primeiro momento ela afirma que é a mais parecida com a sua avó, que é considerada por todos uma mulher à frente da sua época, e todos os outros debocham de sua cara. A verdade é que a velha é realmente admirada e achavam que Alex estava ‘se achando’ com a auto comparação. Grace havia deixado uma caixa para Phill dar às crianças. Havia um envelope pro Phill, com o pedido que disse antes, de encontrar a sua madrasta, e presente para as crianças.  Enquanto Haley ganha uma joia e Luke um relógio de bolso, Alex ganha um simples isqueiro. A carta junto ao objeto vinha com uma inscrição simples: “isso é um isqueiro”. Ela não entende o problema e acha que sua avó estava realmente doida nos momentos finais de sua existência. Até que seu avô Frank a mostra que o envelope estava grudado devido ao calor e que a havia outra mensagem. Aí sim… Na hora da cerimônia com as cinzas de Grace, Alex toma a palavra e faz aquele que é o melhor momento da temporada. O isqueiro era de Paul Newman, que ele esqueceu em uma lanchonete. Grace então o pegou, um pequeno delito visto pelo garçom. O garçom disse que não contaria nada e desde então eles se conheceram, se casaram e tiveram vários filhos e netos, entre eles, a Alex. O isqueiro representava um ato contra a personalidade dela, de mulher certinha, que resultou em uma das melhores coisas de sua vida, que a ligou ao homem que ela amaria. A mensagem era clara para Alex. Ela entendeu muito bem e, com o isqueiro, acendeu uma última queima de fogos de artifícios para a sua avó. Realmente lindo. Aliás, quase todos os episódios desta temporada terminam com estes finais água com açúcar.

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E a temporada termina assim: Mitchell que voltar a ser advogado, Phill tem que apresentar Annie (Anita Gillette) para seu pai. Cam, Jay, Glória, e todos os outros não tem mais nada o que fazer. Ainda acho que a ideia do filho e a prisão da Glória teriam salvo o episódio…

Por Zé Vinícius

REVIEW – Game of Thrones (S03E09) – ‘Casamento Vermelho’

4 jun

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Quem acompanha Game of Thrones já percebeu que os diretores da série têm algo diferente com o episódio nove. Se é questão de numerologia, ou algo assim, não sei. Só sei que sempre podemos esperar um episódio nove acima da média da série. Na primeira temporada, Ned perdeu a cabeça. Na segunda, Tyrion colocou fogo sobre a água. Nesta terceira temporada, David Nutter (diretor) e Martin, que escreveu o episódio, tinham que lidar com duas coisas: agradar aqueles que já sabiam o que iria acontecer (o livro foi lançado em 2000), e surpreender aqueles que só conhecem a história pela série da HBO. Em The Rains of Castemere, exibido no domingo, dia 2 de junho, eles conseguiram as duas coisas.

Em “All the best cowboys have daddy issues”, episódio 11 da 1ª temporada de Lost, senti algo parecido com o que senti vendo ‘The Rains of Castamere’. Charlie e Claire haviam sido raptados por Ethan. Depois, o roqueiro é encontrado por Jack e Kate em uma árvore, enforcado. Jack então faz uma massagem cardíaca bem hardcore e consegue trazer Charlie de volta. Todo mundo que acompanhou Lost se lembra da tensão dessa cena. De como tudo na selva passava o clima de que algo ia acontecer. Cada expectador se lembra bem o que sentiu ao encontrar um dos personagens preferidos pendurado, quase morto e o que sentiu quando viu Jack lutando contra a morte, dando socos no peito de Charlie para que ele voltasse. É um dos poucos momentos que eu me senti tenso diante de uma TV, sem ar, com o coração acelerado, realmente envolvido, onde sentia realmente o que o capítulo queria dizer. Voltei a me sentir assim vendo ‘The Rains of Castamere’.

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O episódio se centra em um dos momentos mais marcantes do livro, o chamado ‘Casamento Vermelho’. Lorde Walder Frey governa as Gêmeas e é o Senhor da Travessia. Ele ia ser pai da rainha do Norte, se o Robb não tivesse casado com Talysa Maegyr, de Volantis. Ele se apaixonou pela ‘enfermeirinha’ e quebrou o acordo que Catelyn Tully tinha com o principal dos Freys. Para amenizar a desfeita cometida pelo Rei, Edmure Tully, seu tio, se casaria com uma das várias filhas dos Freys. E então começa… Desde os figurinos, o clima meio sombrio e a música dentro das Gêmeas dão o tom do episódio, que vai crescendo à medida que nos aproximamos do final. Se você já leu os livros, isso não o impede de se envolver com o episódio, e acompanhar cada momento, até que tudo acontece. Uma amiga minha, que não havia lido e não sabia nenhum spoiler sobre o que aconteceria, chorou e não conseguiu ver as mortes de tão envolvida. Vale a pena ver o vídeo abaixo, que mostra reações mundo afora de pessoas assistindo ao Casamento Vermelho. Foi realmente impressionante. Sem muitos efeitos especiais, sem explosões mirabolantes. Foi como na primeira temporada, com a morte de Ned: apenas história e atuações…  Sensacional…

E claro, em seguida, spoilers sobre o episódio.

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Diferente dos outros episódios, no qual a história roda quase todo o mundo fantástico de Martin, ‘The Rains of Castamere’ se centra em três pontos: Daenerys e a conquista de Yunkai; Bran e Snow; Arya e o Casamento Vermelho. Pra mim, esta é a ordem de importância.

Vamos para o lado de lá do mar. Uma das grandes reclamações de Game of Thrones é a ausência de lutas, de batalhas, um dos grandes atrativos da narrativa de Martin. E ele ainda tá devendo.  Sor Jorah, Verme Cinzento e Daario Naharis decidem invadir Yunkai à noite, pegar a cidade desprevenida e entregá-la para a Filha da Tormenta. Claro que todo espectador ficou com medo de Jorah ou o próprio Daario morrer, já que o autor não poupa ninguém. Pelo menos desta vez todos sobrevivem. Não todos, os soldados yunkaitas morrem. A cidade é enfim entregue a Daeneys, que tá caidinha pelo mercenário. Começa o 1º Reinado da Rainha dos Dragões, e vamos ver como ela se sai.

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Pertinho da Muralha…

Jon e Bran estão próximos, por um momento pensei até em um reencontro, mas logo perdi as esperanças. Jon com os selvagens e Bran nas costas do Hodor, junto com os irmãos Reed, Rickon e Osha. Eles se escondem em uma antiga edificação e aguardam a tempestade passar. Lá fora, o grupo de selvagens que escalou a Muralha chega aos pés do tal prédio antigo e quase escutam a gritaria de Hodor, que tem medo de trovão. Ele para quando Bran, assumindo de vez seu lado Warg, ‘veste’ o gigantão, que cai, desmaiado. Bran então retorna a seu corpo e ‘veste’ Verão, seu lobo gigante. Se você ainda não entendeu o que é vestir, você não assiste a série. Na pele do lobo, Bran salva Jon dos selvagens, que descobrem a sua traição. Jon consegue fugir e parte para avisar os outros membros da Patrulha da Noite, deixando Ygritte para trás, o que eu achei sacanagem, já que ela tinha ficado do lado dele, contra os próprios companheiros. Dá pra notar que a selvagem ficou bolada, essa noite não vai ter!

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Nesse momento, Bran reconhece que Jojen Reed, que falou que o Jon não estava com a Patrulha, e sim com os selvagens, estava certo e decide continuar a sua busca pelo Corvo de Três Olhos. Para isso, o caminho era outro: pra lá da Muralha. Osha, que não quer voltar pra lá nem em um milhão de anos (esperta), decide se separar de Bran e segue com Rickon pelo Norte afora. Até que enfim a Comitiva em Busca do Corvo de Três Olhos se formou.

Do outro lado da Muralha, Sam, o Matador, vai contando vantagem pra filha do Craster, de como sabe ler, etc… safadão.

E o Casamento Vermelho…

Após ferrar tudo, Robb se dirige às Gêmeas para fazer um acordo com Walder Frey, dando seu tio de ‘presente’ para uma das filhas do Senhor da Travessia. Até aí tudo correndo conforme o esperado. Eles são recebidos de acordo com as normas sagradas de hospitalidade, com pão e sal. “Estamos seguros”, pensou Robb, que estava com a mãe, Catelyn, a esposa, Talysa, e os líderes das casas juramentadas. Para melhorar ainda mais, Sandor Clegane, o Cão de Caça, está levando Arya para encontrar a mãe e o irmão, que agora é Rei. Final perfeito para a saga da Arya não? Seria excelente para os Starks recuperarem força para as próximas batalhas. Seria…

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No fim das contas, o sacana do Walder Frey até que arrumou uma filha bonitinha para casar com o tio do Robb.

O Casamento é belo. Muita música, comida, e arqueiros escondidos. Após a tradição, por sinal muito estranha, dos homens despirem a mulher para o esposo e as mulheres despirem o noivo, a música é trocada. Começa a tocar a ‘The Rain of Castamere’, a música que conta uma vitória dos Lannisters, especificamente, de Tywin Lannister. Quando começa a tocar, Cat já percebe que algo mudou, a traição. A porta é fechada e Walder Frey ordena o ataque aos Homens do Norte. Carnificina generalizada. Talysa, grávida, é a primeira a ser esfaqueada, na barriga, matando o bebê que ela esperava e que se chamaria Eddard Stark, em homenagem ao pai de Robb. Essa morte, especialmente, me deu arrepios, senti nervoso pelo fato de um neném que não havia nem se formado direito ainda ser esfaqueado ainda dentro da barriga da mãe. Mas isso não é surpresa em Game of Thrones, já vimos também a morte de um neném recém-nascido na segunda temporada. Voltando à carnificina do Casamento Vermelho, arqueiros surgem atirando contra os homens dentro do salão de festa. Robb é atingido por flechas e cai. Catelyn também, mas resiste até fazer a esposa de Walder de refém.

Lá fora, Arya consegue entrar no castelo dos Freys, mas vê os homens do Norte, que estavam ‘trêbados’, serem dizimados. Até o lobo gigante, Vento Cinzento, é eliminado. Então Cão de Caça salva a pequena novamente, desmaiando-a e tirando-a dali. Ele já sabia que o pior tinha acontecido.

Lá dentro, no Casamento Vermelho, Catelyn tenta pedir pela vida do filho, ameaçando tirar a vida de sua refém. Mas Walder Frey é um homem sem coração. Além de quebrar as regras de hospitalidade, afirma que poderia arrumar outra esposa, tirando qualquer possibilidade de negociação de Catelyn. Nisso, Lord Bolton, o grande arquiteto e traidor, dá o golpe final em Robb. Termina o Reinado do Jovem Lobo.

Ao ver o filho morto, Catelyn mata sua refém e entra em choque, sendo degolada em seguida. No livro, ela “rasga” a própria cara, o que seria bem mais dramático, mas imagino que deva ser uma cena muito forte e difícil de ser reproduzida na série. Assim como na morte de Ned, o silêncio impera, e Martin mata mais dois personagens tidos como principais.

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A atriz Michelle Fairley foi espetacular em sua atuação!

Muita gente ficou irada com o desfecho do episódio, como mostra o vídeo:

Mas, sinceramente, para mim não foi uma surpresa e nem uma indignação. Robb não estava fazendo um bom trabalho como Rei do Norte, tomando várias decisões erradas, e Catelyn não tinha muito mais o que fazer ali, não tinha mais história para ela. Mas os reais motivos só George R. R. Martin para nos explicar…

Aguardamos ansiosamente pelo décimo e último episódio da temporada!