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Confira os nomeados ao Emmy Awards 2013

18 jul
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Aaron Paul e Neil Patrick Harris apresentaram as séries indicadas ao Emmy

A Academy of Television Arts & Sciences anunciou nesta quinta-feira (18/07) os nomeados à 65ª edição do Emmy Awards, importante prêmio voltado para séries e minisséries de TV. A nomeação foi feita por Aaron Paul (Jesse de Breaking Bad) e Neil Patrick Harris (Barney de How I Met Your Mother), que também será o mestre de cerimônias do Emmy, no dia 22 de setembro.

A disputa está acirrada entre as séries de drama nomeadas, com destaque para Game of Thrones, Breaking Bad, Homeland, Mad Men, House of Cards e Downtown Abbey. Já entre as séries de comédia, Modern Family lidera, com a maioria das indicações. Em minissérie ou filme, American Horror Story lidera em número de indicações.

Na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática”, destaque para a brasileira Morena Baccarin, de Homeland.

Nos EUA, o evento será exibido pela CBS. No Brasil, a transmissão será feita pelo canal a cabo Warner.

Confira a lista dos indicados:

Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey (“House of cards”)
Hugh Bonneville (“Downton abbey”)
Jon Hamm (“Mad men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática

Michelle Dockery (“Downton abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke (“Game of thrones”)
Anna Gunn (“Breaking bad”)
Maggie Smith (“Downton abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad men”)
Christine Baranski (“The good wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática

Aaron Paul (“Breaking bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton abbey”)
Peter Dinklage (“Game of thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

Melhor série de comédia

“Louie”
“Girls”
“30 rock”
“Veep”
“Modern family”
“The big bang theory”

Melhor série dramática

“Breaking bad”
“Game of thrones”
“Mad men”
“Downton abbey”
“Homeland”
“House of cards”

Melhor ator em série de comédia

Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The big bang theory”)

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Mayim Bialik (“The big bang theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern family”)
Sofía Vergara (“Modern family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill (“Modern family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Eric Stonestreet (“Modern family”)
Bill Hader (“Saturday night live”)
Max Greenfield (“New girl”)

Melhor minissérie ou filme

“American Horror Story”
“Behind the candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political animals”
“Top of the lake”

Melhor ator em minissérie ou filme

Benedict Cumberbatch (“Parade’s end”)
Matt Damon (“Behind the candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the candelabra”)
Toby Jones (“The girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme

Jessica Lange (“American horror story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the lake”)
Sigourney Weaver (“Political animals”)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell (“American horror story”)
Zachary Quinto (“American horror story”)
Scott Bakula (“Behind the candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the lake”)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

Sarah Paulson (“American horror story”)
Imelda Staunton (“The girl”)
Ellen Burstyn (“Political animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

Melhor reality show de competição

“The amazing race”
“Dancing with the stars”
“Project runaway”
“So you think you can dance”
“Top chef”
“The voice”

Melhor série de variedades

“The Colbert report”
“The daily show”
“Jimmy Kimmel live”
“Late night with Jimmy Fallon”
“Real time with Bill Maher”
“Saturday night live”

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REVIEW: The Newsroom (S02E01)

18 jul

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First Thing We Do, Let’s Kill All the Lawyers

Sobre o primeiro episódio da segunda temporada de The Newsroom, acho que a primeira coisa a comentar é: Graças a Deus mudaram a abertura! A primeira era horrível, com umas imagens dramáticas e o background deprê. Ok, a música continua a mesma, mas deram uma aceleradinha nela e estão mostrando cenas que têm mais a ver com a rotina da série.

Bem, a segunda temporada começou confusa, como a maioria dos episódios começa. Não dava para entender nada: por que o News Night precisava de uma equipe de advogados? Por que estão questionando todo mundo? Meus Deus, POR QUE a Maggie fez aquilo com o cabelo dela e está com aquela cara de revoltada??? Bateu um desespero quando não sabia a resposta para nada disso. Então, ao longo do episódio, os flashbacks.

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Jane Fonda dá um show interpretando a personagem Leona Lansing

I want the fucking pijama people stop stealing it

Sempre achei interessante o fato de utilizarem notícias reais na série, o que dá uma contextualizada bacana. Depois de Will McAvoy ter chamado a Tea Party de “o Talibã americano”, Reese Lansing, presidente da emissora AWM, foi barrado na porta da Câmara de Deputados, onde deveria participar da reunião do SOPA (Stop Online Piracy Act). Achei ótimo a Leona falando “I want the fucking pijama people stop stealing it” – referindo-se à pirataria. Achei isso hilário.

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Reese ficou com cara de besta após ser barrado na porta da reunião do SOPA

O insulto de Will à Tea Party ainda resultou na sua retirada da apresentação do jornal durante o aniversário da tragédia do 11 de setembro, o que fez com que ele surtasse um pouco.

A tranqüilidade de Will na bancada, combinada com a agilidade da Mackenzie nos bastidores fazem o jornal que deixa a gente na maior empolgação. Eles estão cobrindo a Guerra na Líbia e as comemorações de quando Gaddafi é deposto, quando um produtor em New Hampshire quebra o tornozelo e precisa ser substituído. Jim pede para Mackenzie deixá-lo ir, só para ficar longe de Maggie, que é uma besta por estar nessa lenga lenga ainda.

 

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Charlie chama Sloan de “Finance Skirt”

Who’s Jerry?

Eis que começa a merda. Quando Jim parte para New Hampshire, um produtor de Washington o substitui no News Night, em Nova York. Jerry Dantana é um cara estranho, que não me parece confiável. Will não fica satisfeito com a mudança de produtor sênior, e com razão.

É engraçado o quanto Will e Sloan (ou “finance skirt”, como diria Charlie) são parecidos. Will precisa errar o nome de Jerry umas quatro vezes seguidas até acertar. Sloan passa pelos menos meia hora conversando com o produtor substituto, mas quando Will a pede para ficar de olho em Jerry, ela responde “Quem é Jerry?”.

Surge uma nova pauta: os ataques dos EUA a um veículo no Paquistão. Quem estava no veículo: o chefe da Al Qaeda no Paquistão. A notícia resulta num painel no News Night, que conta com Will, Sloan, um especialista em ética e um analista militar. Mackenzie queria chamar o analista militar que é uma fonte de Jim, mas Jerry insistiu em uma outra fonte: Cyrus West, que acabou estragando o painel. Sloan afirmava que era moralmente errado e caro utilizar de ataques como aquele, mas Cyrus diz que se importa mais com as vidas dos soldados americanos do que com os civis do Paquistão. Isso deixa Sloan possessa, enquanto Will apenas fica calado, o que não é comum. Ele simplesmente ignora a oportunidade de contra-atacar os argumentos do cara, o que deixa Mackenzie possessa. Mas essa ainda não é a história importante.

O tal Cyrus West promete fornecer a Jerry uma informação ultra sigilosa, que tem a capacidade de fazer carreiras e terminar presidências: Genoa.

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Neal resolveu entrar de cabeça da história do Occupy Wall Street

Occupy Wall Street

Outra história foi introduzida já neste primeiro episódio: Occupy Wall Street. Trata-se de um movimento de protesto contra a desigualdade econômica e social, a ganância, a corrupção e a influência das empresas no setor financeiro do Governo dos EUA. Ele foi iniciado em 17 de setembro de 2011, no Zuccotti Park, em Manhattan.

Neal foi o primeiro a perceber a importância do movimento logo em seu início e participou da primeira reunião, no Tompkins Square Park. Esse plot não me pareceu tão interessante, até meio chato. O personagem interpretado por Dev Patel conhece uma das organizadoras do movimento (uma hipster aí) e tenta ajudá-la, aconselhando-a a dar um foco ao movimento, senão seria apenas uma piada. Ela não dá ouvidos e só fica criticando a mídia.

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O beijinho sem graça da Maggie e do Jim no final da primeira temporada, que não rendeu nada ainda.

Jim – Maggie – Don – Sloan

E claro, toda série tem seus subplots romanticozinhos. Geralmente são triângulos amorosos, no caso de The Newsroom é um “quarteto amoroso”.

Don descobre que Maggie é apaixonada por Jim, porque, é claro, alguém postou no Youtube aquela declaração dela no último episódio da primeira temporada. Eu estava estranhando a demora para ele descobrir, já que é óbvio que uma declaração desesperada na frente de um ônibus cheio de turistas resultaria em um vídeo no Youtube. Pelo menos isso fez com que o Don finalmente admitisse que não gosta da Maggie, porque já estava na cara. Ele saiu do próprio apartamento e a deixou lá. Ela, como sempre, ficou com aquela cara de pastel, logo agora que o Jim está longe. Eu acho é pouco. Espero que quando ele volte, não fique correndo atrás dela.

Enquanto isso, a pobre da Sloan tem que lidar com a cara queimando na frente de Don depois de declarar que só não havia saído com ninguém ainda, porque ele não havia a convidado. Ela finge que foi de brincadeira, mas ele não compra essa. Eles devem se pegar, o que eu acho uma pena, já que continuo achando o Don chato demais pra ela. E ela é mais engraçada sozinha.

Mas ainda estamos sem saber toda a história que levou à situação do início do episódio. A Maggie com aquele visual horroroso provavelmente não está feliz e contente com o Jim. Os próximos episódios continuarão com flashbacks até chegar à cena com os advogados.

Por thafullin

TNT renova Falling Skies para 4ª temporada

4 jul

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A TNT renovou Falling Skies para uma 4ª temporada, o que foi uma surpresa para quem leu as últimas declarações de Noah Wyle, que interpreta o personagem Tom Mason.

“Ao contrário de outras temporadas, que terminaram com momentos de angústica, esta (season finale) tem mais um senso de conclusão”, ele disse ao TV Line.

Criada por Robert Rodat e Steven Spielberg, Falling Skies conta a história de sobreviventes a um ataque alienígena à Terra, que se juntam para lutar por suas vidas e combater os invasores.
Em 2012, o ator Maxim Knight, que interpreta o protagonista Matt Mason na série, ganhou o Young Artist Award por Melhor Performance em uma Série de TV.

A Season Premiere da 4ª temporada de Falling Skies está prevista para o inverno de 2014.

Vale a pena assistir: The Newsroom

2 jul

The-Newsroom

Lançada em 2012, The Newsroom é uma série da HBO, que foi criada por Aaron Sorkin e dirigida por Greg Mottola.

 “We Just Decide To”

A primeira cena da série já te deixa sem fôlego e com a boca aberta. O piloto já começa tão bem que ganhou o prêmio American Cinema Editors. Confira a cena de abertura da série:

A série

The Newsroom mostra a rotina de um telejornal diário de horário nobre, com toda a sua correria, emoção e apreensão.

Will McAvoy (Jeff Daniels) é o âncora do News Night. Após passar por problemas de concentração, ele tira férias forçadas e, quando retorna ao trabalho, percebe que sua equipe de produção o deixou para trabalhar em outro programa da emissora. Will então se vê na situação de ter que trabalhar com uma nova equipe que fora contratada por seu chefe, Charlie Skinner (Sam Waterson). A equipe de produção é liderada pela produtora executiva Mackenzie McHale (Emily Mortimer), ex-namorada de Will e antiga produtora do telejornal.

O que logo de início percebemos é que a escolha de Charlie pela nova produtora executiva não é por acaso, ele sabe que ela é boa no que faz e gosta de ver Mackenzie e Will trabalharem juntos. E o que eles fazem é simplesmente o melhor telejornal de todos os tempos. Mas, claro, passam por muitos problemas, obstáculos corporativos e comerciais, sendo o principal deles a própria empresa mãe da emissora.

O objetivo da nova equipe, junto com Will e Charlie, é mudar o estilo do telejornal, que estava muito passivo. Eles querem fazer jornalismo de verdade, de forma crítica. E ao contarem a verdade em frente às câmeras, a equipe do News Night ameaça os interesses de muitos políticos e empresários dos EUA, inclusive da própria Leona Lansing (Jane Fonda), proprietária da Atlantis Media Group e da Atlantic Cable News (ACN), emissora do News Night.

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“I’ll Try To Fix You”

A série retrata acontecimentos reais, mostrando como são noticiados no telejornal, como a morte de Osama Bin Laden, por exemplo.

Grande parte da história se passa dentro da redação, mostrando a vida de quem convive diariamente com as notícias e tem pressa para passá-las ao público da melhor forma possível. Um dos episódios que achei mais empolgante foi o 4º, quando ocorre um tiroteio e uma congressista é atingida na cabeça e a equipe do telejornal precisa fazer um plantão para apurar os fatos e passar a informação ao público. Quando três emissoras concorrentes noticiam a morte da congressista, a equipe do News Night se sente pressionada a dar a mesma notícia, visto que a audiência estava indo para os demais canais, mas eles decidem aguardar um comunicado do hospital, que ainda não havia se pronunciado. No fim das contas, os outros canais estavam errados e a congressista ainda estava viva e começando a ser operada. Todos ficam emocionados e empolgados por terem feito a coisa certa. A frase dita por Don Keefer (Thomas Sadoski) – antigo produtor executivo do News Night – ao presidente da emissora foi a que mais marcou o episódio: “É uma pessoa. É um médico que anuncia a morte dela, não os noticiários”.

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Elenco

Na minha opinião, The Newsroom tem o melhor elenco de todas as séries de TV. A forma como os atores se encaixam perfeitamente aos papéis e como eles combinam com a trama da série é inexplicável. Além disso, são todos atores excelentes, com destaque para Jeff Daniels e Emily Mortimer, que são fantásticos.

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Will McAvoy (Jeff Daniels)

Will é um republicano registrado, que acaba atacando o próprio partido inúmeras vezes em seu telejornal. Ele e âncora do News Night, extremamente inteligente e sincero, mas com péssimas habilidades para lidar com pessoas. Chega a ser engraçado como ele não sabe conversar e ser simpático com as pessoas. Além de jornalista, ele é formado em Direito e já havia trabalhado como promotor, o que facilita seu novo estilo de jornalismo crítico e que condena pessoas que mentem e cometem crimes.

Will e Mackenzie compartilham um passado que ainda os assombra. Quando eles namoravam, ela o traiu com um ex e ele nunca a perdoou por isso.

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Mackenzie McHale (Emily Mortimer)

Uma das personagens mais bem escritas que eu já vi. Ela é excêntrica e adorável ao mesmo tempo. Sua excentricidade pode ser explicada pelo fato de, por exemplo, ela ter um sotaque que parece britânico, mas ela não tem nada de britânica, ela é completamente americana e ama a América. E é ótima a empolgação dela com o trabalho, deixando qualquer um empolgado junto. Ela é engraçada e ao mesmo tempo muito boa de serviço.

 É muito engraçado o fato de ela, do jeito que é, já ter trabalhado em zonas de guerra no Oriente Médio como jornalista.

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Jim Harper (John Gallagher Jr.)

Jim é um cara muito novo para já ser Produtor Sênior, mas Mackenzie confia nele completamente, e logo nós entendemos o porquê. Ele é um ótimo profissional, responsável e viciado em trabalho. Não é uma pessoa popular, muito menos com as mulheres, principalmente por ser extremamente tímido e meio nerd, daqueles que fala rápido demais e de forma engraçada. Isso é o que o faz ainda mais adorável e charmoso. Ele e Mackenzie são meus personagens favoritos.

Logo que chega à redação, sua atenção cai sobre Maggie, a desajeitada assistente de Will.

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Maggie Jordan (Alison Pill)

Maggie era estagiária, depois foi promovida a assistente de Will por acidente – ele a confundiu com sua assistente – e, assim que Mackenzie chegou, ela foi promovida a produtora. Maggie é uma pessoa muito desajeitada, de forma bastante engraçada, dessas que hesitam antes de falar qualquer coisa e saem tropeçando nas próprias pernas. Achei muito interessante o fato de ela ter Síndrome do Pânico, o que deixa a personagem mais interessante.

Maggie namora Don Keefer, mas logo se interessa por Jim, que também gosta dela. E você torce a série inteira para eles ficarem juntos, já que Don não é muito simpático.

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Don Keefer (Thomas Sadoski)

Ok, ele não é muito simpático. Mas em alguns momentos da série você acaba gostando dele e fica meio na dúvida. Seus momentos felizes são quando ele faz coisas fodas para conseguir uma informação ou toma decisões fodas de não passar determinada informação. Nesses momentos ele te deixa empolgado.

Don é o ex-produtor executivo do News Night. Quando Will tira suas férias forçadas, Don o deixa e leva sua equipe para trabalhar em outro programa da emissora. Mas constantemente ele está ajudando a equipe do News Night.

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Neal Sampat (Dev Patel)

Um indiano nerd engraçado, que você simpatiza logo de início. Sim, ele é o Slumdog Millionaire. Neal é o cara que escreve o blog de Will. Will não sabia que tinha um blog e chama Neal de “cara do TI”.

Apesar de não ser um produtor, Neal freqüentemente ajuda a equipe a produzir o telejornal.

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Sloan Sabbith (Olivia Munn)

Imagine uma economista com dois PHDs, com pernas de modelo da Vitoria Secret (Will realmente usou essa expressão na série) e sem nenhuma habilidade para lidar com pessoas. Essa é Sloan Sabbith. Chega a ser cômico.

Ela faz colunas de opinião sobre economia durante o telejornal e é quase tão sem jeito com pessoas quanto Will.

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Charlie Skinner (Sam Waterson)

Ele é o chefe que todo mundo queria ter: gente boa, empolgado e que luta pelos direitos de seus empregados. Charlie faz questão de um telejornal bem feito, crítico e com informações de qualidade, mesmo que ele tenha que enfrentar a ira de Leona Lansing, a proprietária da emissora.

2ª Temporada

De acordo com o Deadline, a nova temporada irá focar na campanha presidencial dos Estados Unidos, disputada por Mitt Romney e Barack Obama.

A 2ª temporada de The Newsroom estreia no dia 14 de julho nos EUA e 15 de julho no Brasil.

Confira os dois trailers da nova temporada lançados pela HBO:

Por thafullin

Orange is the New Black é renovada para a 2ª temporada

1 jul

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Antes mesmo de ser lançada para o público, Orange is the New Black já tem a 2ª temporada confirmada. Além de disponibilizar todos os episódios da primeira temporada de uma só vez, a Netflix já renovou a série para mais uma temporada.

De acordo com o site TV Line, a criadora da série, Jenji Kohan, adorou a notícia. “Estou encantada pelo fato de a Netflix ter estendido minha sentença”, ela disse em entrevista, fazendo referência ao enredo da série, que se passa em uma penitenciária.

Orange is the New Black conta a história de Piper Chapman (Taylor Schilling), uma mulher acostumada com conforto, que é presa por causa da relação com uma ex-namorada traficante (Laura Prepon).

O elenco ainda inclui: Kate Mulgrew, Natasha Lyonne, Pablo Schreiber, Danielle Brooks, Laverne Cox e Taryn Manning.

A série estreia no dia 11 de julho.

Confira o trailer:

CALENDÁRIO SÉRIES: Season Premiere – Brasil – JULHO (1ª quinzena)

25 jun

01/07 – Dexter (S08E01)

01/07 – Ray Donovan (S01E01)

01/07 – Skins (UK) – (S07E01)

02/07 – American Ninja Warrior (S05E01)

02/07 – Siberia (S01E01)

02/07 – Luther (S03E01)

11/07 – The Bridge (US) – (S01E01)

12/07 – Orange is the New Black (S01E01)

12/07 – NTSF:SD:SUV (S03E01)

15/07 – Tia & Tamera (S03E01)

15/07 – The Newsroom (S02E01)

 

No Salada de Bacon: 

Conheça Ray Donovan, a nova série da Showtime

Orange is the New Black: série da Netflix ganha trailer e pôster nacional

Showtime libera informações sobre a 8ª temporada de Dexter

CALENDÁRIO SÉRIES: Season Premiere – Brasil – JUNHO (2ª quinzena)

13 jun

15/06 – Magic City (S02E01)

17/06True Blood (S06E01)

20/06Franklin and Bash  (S03E01)

20/06The Exes (S03E01)

20/06The Soul Man (S02E01)

21/06Wilfred (S03E01)

24/06Drop Dead Diva (S05E01)

24/06Crossing Lines (S01E01)

24/06Devious Maids (S01E01)

24/06Copper (S02E01)

25/06Under The Dome (S01E01)

26/06Rizzoli & Isles (S04E01)

26/06Saving Hope (S02E01)

26/06Perception (S02E01)

REVIEW: Game of Thrones (Season finale – Mhysa)

11 jun

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Eu esperava que a HBO mudasse um pouco na terceira temporada sabe, que nos desse um décimo episódio digno. E dava para fazer; o conteúdo de ‘A Tormenta das Espadas’ pedia isso. Até ignorei o trailer que contou tudo o aconteceria da season finale da 3ª temporada. Mas ela não veio. O padrão GOT foi mantido. Episódio nove: sensacional. Episódio dez: inferior ao que vimos antes. Mhysa é o típico episódio de transição entre uma temporada para a outra. Criam dezenas de laços, lançam dezenas de cordas, mas não mostram onde, nem por que. Sabe aquele teaser que aparece ao final de cada episódio? É como se tivesse sido um teaser de 60 minutos sobre a 4ª temporada. É isso que faz o expectador voltar? Sei lá, creio que voltaria de qualquer jeito. A história faria isso por si só. Mas vá entender esse mercado louco. Mhysa foi ao ar no dia 9 de junho, pela HBO Brasil, escrito por David Benioff e D.B. Weiss e dirigido por David Nutter. Teve seus momentos, apresentou todas as tramas, mas não mostrou o que eu queria…

Preciso falar que tem spoiler? Só da série. Não falamos nada relacionado ao livro, ou ao que acontecem com os personagens no decorrer da história. Série e série, livro é livro. Esperamos um dia para dar tempo de você baixar, caso não tenha visto na TV. Se baixou e ainda não viu: faça isso agora. Se não conhece a série, vale a pena conhecer.

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Então… Restam poucos Starks. E não tem como prever nada do futuro dos quatro. O que Arya (Maisie Williams) irá fazer agora? A pequena até começou uma micro vingança: encontrou um grupo Frey no caminho e matou seu primeiro. A garota começa a virar uma guerreira. Será que Sandor “The hound” Clegane (Rory McCann) será o novo tutor dela? Aprendendo a matar com aquele que você quer matar. Uma trama legal.

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E Bran (Isaac Hempstead Wright) continua a sua saga e busca do Corvo de Três Olhos, ou o que quer que isso represente. Agora do outro lado da Muralha, com a multidão de Caminhantes Brancos soltos. E Jon (Kit Harington)? Uma coisa que aprendi: nunca traia uma selvagem. Como vai ficar o relacionamento dos dois agora que ele retornou para a Muralha e ela está indo lutar contra ele?

E a Sansa (Sophie Turner), que casou com o anão, parecia até estar mais feliz, até saber da morte de Robb. Como ela vai se livrar deste casamento e cadê o Petyr ‘Mindinho’ Baelish (Aidan Gillen)? Disse que iria livrar a Sansa, mas ainda não fez nada. E ela provavelmente não fará nada sozinha.

Enquanto isso, no Pequeno Conselho

Continuando em Porto Real, a crise de poder se instaurou. Joffrey (Jack Gleeson) quer mostrar que é o Rei e faz o que quer. Tyrion (Peter Dinklage) avisou que o esporte preferido dele, que é humilhar Sansa Stark, está cancelado, e o ameaça de morte, caso ele tente fazer algo com ela. Pra piorar, Tywin Lannister (Charles Dance) também se cansou dos ataques do neto. O poder é frágil. A volta de James (Nikolaj Coster-Waldau) sem a mão mostra isso. O cara que saiu como o principal cavaleiro volta e é confundido com um mendigo. E realmente, o que ele vai ser agora sem um braço? Será que Cersei (Lena Headey) vai querer o irmão amante de volta mesmo assim?

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Poder também é o tema da conversa entre Tyrion e seu pai, que resulta no rompimento total da relação dos dois. O anão agora sabe com certeza que tem o ódio de seu pai, e que só está vivo por causa da obrigação de Tywin com a família. Casado com Sansa, com uma amante que não quer fugir, e parece não querer o dinheiro dele também, e com a maldição de ser um anão, qual será o caminho de Tyrion agora? Como ele vai fazer para conseguir poder novamente, poder além do seu nome?

A Guerra

“A Guerra dos Cinco Reis não é nada. A verdadeira guerra será no Norte”. Quem disse isso? Melisandre (Carice van Houten). A vermelhinha. Sabida a garota. Gendry (Joe Dempsie) ia ser sacrificado mas foi salvo por Davos Seaworth (Liam Cunningham). O Cavaleiro das Cebolas então muda o rumo da guerra. Ele mostra uma carta para Stannis (Stephen Dillane) gente, o Davos tá lendo e revela o que está acontecendo do outro lado da Muralha. Se a mesma noticia chegou em Porto Real e foi ignorada, e olha que para lá foi enviada uma mão, o mesmo não aconteceria no locar onde mais se acredita em magia na atualidade. A Guerra agora rumará para o Norte, e será em outro nível.

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E o episódio fecha no principal momento. O crescimento de Khaleesi. Enquanto em Porto Real, o poder começa a ruir o Reino, em Yunkai, Daenerys (Emilia Clarke) começa seu reinado justo, sem escravos, o Reino livre, sua utopia. Claro, uma utopia com dragões. Sem eles, ela não seria nada, seria pior que seu irmão, o Rei Pedinte, como era conhecido. O crescimento da personagem é o melhor da série. Começou vendida em casamento, tentou se matar e ressuscitou do fogo, e agora começa o seu reinado. Resta saber quando o poder irá começar a ruir. Pelo menos foi isso que aprendi com R.R. Martin…

Nota:

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Ramsay Snow (Iwan Rheon), o bastardo Bolton, está roubando a série. Com um vilão muito mais trabalhado do que o mimado Joffrey, ele faz da tortura física e psicológica de Theon (Alfie Allen) algo sensacional. Ao lado de Tyrion e Arya, são os donos das melhores atuações.

E você? Gostou dos rumos que a série tem tomado? Queria mais ação no último episódio? Deixe sua opinião nos comentários…

Showtime libera informações sobre a 8ª temporada de Dexter

10 jun

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Durante toda a sétima temporada, Debra Morgan foi uma excelente policial e tenente, sempre no pé de Dexter, de modo até meio chato. Isso somente até o final da temporada. Mas no trailer da oitava e última temporada, que foi lançado em maio, percebemos que ela muda de comportamento. A impressão que dá é que Debra volta a ser um pouco do que era antes, o que pode ser um alívio para muita gente que não gostou de vê-la tão tensa na última temporada.

O amor por Dexter transforma a vida da personagem em um verdadeiro inferno. Ela passou de policial estreante, para policial auto-confiante, para depois ser assassina. E agora, na próxima temporada, podemos esperar uma Debra Morgan revoltada, perturbada.

Na nova temporada, há ainda a chegada de uma doutora especialista em psicopatas, o que representa uma grande ameaça para Dexter. Mas quem será essa doutora? E por que ela está dando tanta atenção a Dexter? Será que ela sabe alguma coisa?

A nova personagem, Dra. Evelyn Vogel, é interpretada por Charlotte Rampling. Ela é uma neuropsiquiatra, conhecida como “psychopath whisperer”. Tudo indica de que ela irá mudar muita coisa na história da série.

Esta última temporada será bastante agitada, esperamos que ela salve a série.

A 8ª temporada de Dexter estreia nos EUA no dia 30 de junho. No Brasil, ela sai no dia 1º de julho.

(Com informações do site TVLine)

Se você ainda não viu o trailer da 8ª temporada, confira aqui:

Para conferir mais notícias do Salada de Bacon, clique aqui.

HIMYM:O que pensar da dona do guarda-chuva amarelo?

9 jun
Ted, a mãe e o guarda-chuva amarelo...

Ted, a mãe e o guarda-chuva amarelo…

Eu soube que a mãe apareceria no último episódio da temporada oito. Tinha lido em algum lugar, ou em vários locais. Pipocaram informações referente a tão aguardada aparição, e teve gente cravando que a ela tinha aparecido no episódio X, no episódio Y, que era a doppelganger da Robin, que teria aparecido na primeira temporada, que tal personagem que entrou no casting e apareceu no IMDB era na verdade a mulher que faria o personagem da mãe. Essa foi a expectativa durante toda a oitava temporada de ‘How I Met Your Mother’: quando a esposa de Ted Mosby (Josh Radnor) iria finalmente ser apresentada? Quando conheceríamos a mãe do filho e da filha (engraçado como os personagens de Lyndsy Fonseca e David Henrie até o momento não tem nomes)? Como Lily Aldrin e Marshall Eriksen (Alyson Hannigan e Jason Segel) conheceram aquela que seria o amor da vida de seu melhor amigo? Robin Scherbatsky (Cobie Smulders) sentiu algum ciúme quando viu Ted e ela juntos? E será que Barney (Neil Patrick Harris) já a pegou antes de Ted a conhecer? E foi legen…. waiting for… dary? Quem é a ‘Girl with the Yellow Umbrella’? Essa pergunta foi respondida no dia 13 de maio, no episódio Someting New. Se você não viu o episódio, tá esperando o que? Pare por aqui, pois no texto haverá spoilers sobre a season finale.

Spoiler

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wait for it….

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fobia….

Em que ponto estamos? A tá: Barney e Robin estão casando; Lily e Marshal indo para Roma, e Ted terminando a casa. A preocupação de Ted é como vai ser a sua vida pós-casamento. Tudo vai mudar: sem Robin, por quem não sabe se ainda tem uma queda ou não; sem seus melhores amigos, que foram passar uma temporada em Roma. E ele ainda não encontrou a mulher de sua vida. Por isso, ele coloca a casa a venda e se prepara para mudar pra Chicago. Mas Lily descobre. Ted planejava ir embora no dia seguinte ao casamento, porque acreditava que o grande amor de sua vida estaria se casando com seu amigo. Ela até tenta convencer o arquiteto de não fazer isso, mas é em vão.

Enquanto isso Marshal é chamado para ser juiz em Nova York, o que irá atrapalhar os planos dele e de Lily relacionados a Roma (e vai render uma boa briga). O episódio acaba 56 horas antes do casamento, com Robin e Barney em uma limusine dirigida pelo Ranjit (Marshall Manesh), o motorista oficial do grupo; Marshal voltando da casa da mãe para o casamento e Ted decidido a ir para Chicago já na segunda pela manhã. O episódio acaba por ai.

Então, surge ela, a mãe

A mãe já apareceu várias vezes na série. Nesta temporada então, apareceu tocando baixo no casamento do Barney e da Robin. Mas as imagens emblemáticas são duas: o calcanhar dela, que aparece quando Ted está no quarto de Cindy (Rachel Bilson), que na época era sua namorada e atualmente é lésbica (mais uma semelhança entre Ted e Ross), e o famoso guarda-chuva amarelo. Ao som de “Simple Song”, da banda The Shins, surge ela, que ainda não tem um nome. Mas agora tem um rosto: o de Cristin Milioti.

A primeira parte que aparece é aquela que já vimos: o calcanhar. Claro, desta vez está com uma bota marrom. Ela caminha em direção ao guiché para comprar uma passagem de trem. E para tirar qualquer dúvida sobre quem é ela, aparece o guarda-chuva amarelo, que ela coloca na bancada do guiché. A única fala dela até agora é “One ticket to Farhampton, please”, onde ela irá tocar no casamento do Barney e da Robin.

O que sabemos dela?

Que ela estava na classe de economia na Universidade de Columbia, onde Ted deu uma aula por engano. E que ela e Ted se conhecerão após o casamento, na estação de trem, após ele tê-la visto tocando, e que Ted deverá reconhecer o tal do guarda-chuva amarelo, que ele pegou por engano na casa da Cindy uma vez.

A tortura começa agora. A opção por revelar a identidade da Senhora Mosby apenas aos 45 minutos do 2º tempo abriu a Caixa de Pandora das especulações e palpites. Tudo o que for dito agora é imaginação de fã, e pode ser que sejam erradíssimos, como minhas escolhas no Cartola F.C, mas o principal que pode ser destacado é:

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Mulher da vida X mulher dos sonhos

Fisicamente, Cristin Milioti tem atributos mais semelhantes à Lily do que a Robin. É baixa, magra e não tem aquele estilo de mulher-fatal, nem uma beleza que se destaca como Robin, por quem Ted se apaixonou a 1ª vista. Ela parece ter a beleza da Lily, que não é tão padronizada, e vem do conjunto da obra. Lily seria a ‘mulher da vida’ de Ted, presente em todos os momentos, sendo o referencial, enquanto a Robin é a idealização da ‘mulher dos sonhos’ do arquiteto, idealizada, que no final nunca deu certo.

Neste último episódio, Lily fala claramente que Ted irá encontrar alguém que ele amará como o Marshall a ama, e o arquiteto sempre teve o amor dos dois como padrão. E mesmo quando surge o casal Barney/Robin, o padrão de Ted ainda é Marshall/Lily. Esse tipo físico ajuda também a acabar com a ideia de que a mãe seria o doppelganger da Robin, ou alguém com características próprias dela. Por mais que Ted tentou este relacionamento, ele nunca deu realmente certo, e manter uma pessoa com os mesmos atributos seria dar uma chance para o Ted e uma outra Robin. Todas as vezes que ele pensa em retomar algo com Robin é mais por que ele está sozinho do que por um sentimento relacionado a canadense.

A Sra. Mosby parece ter um estilo mais alternativo. Ao invés de ternos, roupas mais formais e chamativas (o que seria mais Robin), um vestido, botas, um baixo nas costas, uma mochila e uma passagem de trem (mais Lily). Ela apresenta um estilo que sugere conformidade com os interesses de Ted. O fato dela tocar baixo, ler livros que o Ted gosta e outros sinais apresentados nesses oito anos dão a entender que esse casamento de interesses poderá acontecer.

Mas pode ser que isso seja um engano também. Que ela não goste de Star Wars, que prefira gato a cachorro, que queira ter mais do que um casal de filhos, e mesmo assim, Ted se apaixone. É algo que eu acho que irá acontecer. Ela não pode ser a “mulher dos sonhos”, a que vai ser o que ele sempre quis. Creio que ela será a mulher que ele sempre precisou, que ele sempre quis sem saber. Ou pode ser que ela seja a junção da mulher da vida com a mulher dos sonhos, o mais ideal. Vamos aguardar, e aguentar a tortura até a próxima temporada, em setembro!

Aproveite e escute a música tema do episódio, será que a banda vai tocar essa no casamento?