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Confira os nomeados ao Emmy Awards 2013

18 jul
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Aaron Paul e Neil Patrick Harris apresentaram as séries indicadas ao Emmy

A Academy of Television Arts & Sciences anunciou nesta quinta-feira (18/07) os nomeados à 65ª edição do Emmy Awards, importante prêmio voltado para séries e minisséries de TV. A nomeação foi feita por Aaron Paul (Jesse de Breaking Bad) e Neil Patrick Harris (Barney de How I Met Your Mother), que também será o mestre de cerimônias do Emmy, no dia 22 de setembro.

A disputa está acirrada entre as séries de drama nomeadas, com destaque para Game of Thrones, Breaking Bad, Homeland, Mad Men, House of Cards e Downtown Abbey. Já entre as séries de comédia, Modern Family lidera, com a maioria das indicações. Em minissérie ou filme, American Horror Story lidera em número de indicações.

Na categoria “Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática”, destaque para a brasileira Morena Baccarin, de Homeland.

Nos EUA, o evento será exibido pela CBS. No Brasil, a transmissão será feita pelo canal a cabo Warner.

Confira a lista dos indicados:

Melhor ator em série dramática

Kevin Spacey (“House of cards”)
Hugh Bonneville (“Downton abbey”)
Jon Hamm (“Mad men”)
Damian Lewis (“Homeland”)
Bryan Cranston (“Breaking bad”)
Jeff Daniels (“The Newsroom”)

Melhor atriz em série dramática

Michelle Dockery (“Downton abbey”)
Elizabeth Moss (“Mad men”)
Claire Danes (“Homeland”)
Vera Farmiga (“Bates Motel”)
Kerry Washington (“Scandal”)
Robin Wright (“House of cards”)
Connie Britton (“Nashville”)

Melhor atriz coadjuvante em série dramática

Emilia Clarke (“Game of thrones”)
Anna Gunn (“Breaking bad”)
Maggie Smith (“Downton abbey”)
Morena Baccarin (“Homeland”)
Christina Hendricks (“Mad men”)
Christine Baranski (“The good wife”)

Melhor ator coadjuvante em série dramática

Aaron Paul (“Breaking bad”)
Bobby Cannavale (“Boardwalk Empire”)
Jim Carter (“Downton abbey”)
Peter Dinklage (“Game of thrones”)
Jonathan Banks (“Breaking bad”)
Mandy Patinkin (“Homeland”)

Melhor série de comédia

“Louie”
“Girls”
“30 rock”
“Veep”
“Modern family”
“The big bang theory”

Melhor série dramática

“Breaking bad”
“Game of thrones”
“Mad men”
“Downton abbey”
“Homeland”
“House of cards”

Melhor ator em série de comédia

Alec Baldwin (“30 Rock”)
Jason Bateman (“Arrested Development”)
Louis C.K. (“Louie”)
Don Cheadle (“House of lies”)
Matt Leblanc (“Episodes”)
Jim Parsons (“The big bang theory”)

Melhor atriz em série de comédia

Laura Dern (“Enlightened”)
Lena Dunham (“Girls”)
Edie Falco (“Nurse Jackie”)
Tina Fey (“30 Rock”)
Julia Louis-Dreyfus (“Veep”)
Amy Poehler (“Parks And Recreation”)

Melhor atriz coadjuvante em série de comédia

Mayim Bialik (“The big bang theory”)
Merritt Wever (“Nurse Jackie”)
Julie Bowen (“Modern family”)
Sofía Vergara (“Modern family”)
Jane Krakowski (“30 Rock”)
Jane Lynch (“Glee”)
Anna Chlumsky (“Veep”)

Melhor ator coadjuvante em série de comédia

Ed O’Neill (“Modern family”)
Jesse Tyler Ferguson (“Modern family”)
Ty Burrell (“Modern family”)
Eric Stonestreet (“Modern family”)
Bill Hader (“Saturday night live”)
Max Greenfield (“New girl”)

Melhor minissérie ou filme

“American Horror Story”
“Behind the candelabra”
“The Bible”
“Phil Spector”
“Political animals”
“Top of the lake”

Melhor ator em minissérie ou filme

Benedict Cumberbatch (“Parade’s end”)
Matt Damon (“Behind the candelabra”)
Michael Douglas (“Behind the candelabra”)
Toby Jones (“The girl”)
Al Pacino (“Phil Spector”)

Melhor atriz em minissérie ou filme

Jessica Lange (“American horror story”)
Laura Linney (“The Big C”)
Helen Mirren (“Phil Spector”)
Elizabeth Moss (“Top of the lake”)
Sigourney Weaver (“Political animals”)

Melhor ator coadjuvante em minissérie ou filme

James Cromwell (“American horror story”)
Zachary Quinto (“American horror story”)
Scott Bakula (“Behind the candelabra”)
John Benjamin Hickey (“The Big C”)
Peter Mullan (“Top of the lake”)

Melhor atriz coadjuvante em minissérie ou filme

Sarah Paulson (“American horror story”)
Imelda Staunton (“The girl”)
Ellen Burstyn (“Political animals”)
Charlotte Rampling (“Restless”)
Alfre Woodard (“Steel Magnolias”)

Melhor reality show de competição

“The amazing race”
“Dancing with the stars”
“Project runaway”
“So you think you can dance”
“Top chef”
“The voice”

Melhor série de variedades

“The Colbert report”
“The daily show”
“Jimmy Kimmel live”
“Late night with Jimmy Fallon”
“Real time with Bill Maher”
“Saturday night live”

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REVIEW – Modern Family (S04E24) – Season Finale

5 jun

“Goodnight Gracie”, o episódio que poderia ter sido muito melhor

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Modern Family começou com uma primeira temporada sensacional. O estilo documentário era uma novidade em séries de TV, e o roteiro era muito diferente do que estávamos habituados com The Big Bang Theory e Two and a Half Man, séries de humor referências na época. A segunda temporada ainda manteve o gás da série, mas houve uma queda de qualidade na terceira, e na quarta. O final desta temporada não foi o melhor momento desta família moderna, mas trouxe um ponto interesse em relação ao lado dramático dos personagens. O episódio foi dirigido por Steven Levitan, um dos criadores da série, e escrito por Christopher Lloyd, o outro criador do show, e Jeffrey Richman. Foi exibido no dia 22 de maio.

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Quando um episódio de uma série de humor te marca mais pela parte dramática do que pelas piadas e outras inserções, sem arrancar risos do expectador, é sinal de que algo está errado. Gracie, para quem não sabe, é a mãe de Phill Dunphy (Ty Burrell). Após o falecimento dela, que não apareceu na série, toda a família vai para a Flórida, se despedir. Esse é o mote do episódio final. Aliás, a maioria das séries de humor que assisto pecou no que diz respeito a final de temporada. The Big Bag Theory, Raising Hope e Community tiveram finais péssimos, que não te dão vontade nenhuma de continuar acompanhando a série. Quem mudou isso foi apenas How I Met Your Mother, mas falaremos disso em outro post. Apenas Phill e sua filha Alex se destacam no episódio, e mais pela atuação dramática do que humorística. Em relação aos outros personagens, a impressão é que faltou tempo para trabalhar suas histórias, principalmente a do Jay, que foi, de longe, a mais desnecessária. Haley foi a mais prejudicada por isso. E faltou a Lily Tucker-Pritchett, que nem aparecer neste episódio apareceu.

Claro que não dá mais para falar do episódio sem contar spoilers, então, se você ainda não viu, baixe via torrent ou pelo seu site preferido, ou vá assistir na TV. Deixa o site aberto. Depois que você terminar, continua a leitura, e vê se concorda ou não comigo.

— SPOILERFOBIA —

 Ver o Phill sério, sem ser o pai palhação, às vezes é mais engraçado do que quando ele quer se engraçado. Aliás, estes são os melhores momentos dele. O episódio inteiro é centrado nisso. Com a dor de perder a mãe, ele ainda tem que cumprir o último desejo louco dela: fazer com que seu pai, Frank Dunphy (Fred Willard), conheça aquela que Grace escolheu para ser sua substituta. Minha torcida é para que o assunto seja tratado já no começo da quinta temporada, mas poderia ter sido melhor definido nesta season finale. Muitas das outras histórias eram desnecessárias.

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A principal delas é a história do Jay (Ed O’Neill), que encontrou na casa da frente à dos Dunphys a mulher com quem ele perdeu a virgindade. Depois que Jay contou quase toda a história, ela se recordou quem ele era, e foi buscar algo para ele. Sério, eu pensei que seria um filho, algo assim, e isso faria aquela ramificação da história ter algum valor. Como ele contaria para Glória? Como outro homem, bem mais velho que Claire e Mitchel, entraria nessa história? Seria um ponto interessante para renovar a série. Mas não, a velha Charlotte (Millicent Martin) trás é uma caixa com ‘lembranças de soldados’ e Jay percebe que a velha era muito rodada. Como eu disse, desnecessário. Só o filho salvaria essa história.

Mitchell (Jesse Tyler Ferguson) e Glória (Sofia Vergara) começam outra história do episódio, uma onde a colombiana é procurada pela polícia por envolvimento com prostituição. Nada que desabone o passado dela. É que depois que ela se mudou, a casa onde ela morava virou um puteiro e o nome dela constava ainda no contrato de aluguel. O advogado Mitchell vai com ela à Corte para resolver a pendência. Antes disso, ele ajuda várias pessoas que tinham audiências marcadas para antes da de Glória e vai vencendo todos os casos. A expectativa era de que ele errasse em algum momento, ou principalmente, errasse na hora da Glória. Mas nada disso aconteceu. Cansada, a juíza aceita o pedido e limpa o nome da Glória. Pronto. Simples. Uma escolha fraca. Quem vê espera uma complicação, uma Glória se envolvendo em confusão pelo seu temperamento latino. Mas nada. Só serve para fazer o Mitchell querer voltar a advogar. Só. Também desnecessário.

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Cam (Eric Stonestreet) também foi prejudicado pela história. Mal chegou a Flórida, o gay mor da série vai se familiarizando com as fofocas do local e fica sabendo de tudo. Ele se dá muito bem com o grupo de leitura da 3ª idade, mas durante um jogo de Majong, cria um conflito entre três idosas e acaba complicando aquele clima de paz. Só a atuação de Eric salva ali, mas também nada demais. Dessa história não esperava nada.

Dentre as crianças, a única que merece ser citada é a Alex (Ariel Winter). Desde o primeiro momento ela afirma que é a mais parecida com a sua avó, que é considerada por todos uma mulher à frente da sua época, e todos os outros debocham de sua cara. A verdade é que a velha é realmente admirada e achavam que Alex estava ‘se achando’ com a auto comparação. Grace havia deixado uma caixa para Phill dar às crianças. Havia um envelope pro Phill, com o pedido que disse antes, de encontrar a sua madrasta, e presente para as crianças.  Enquanto Haley ganha uma joia e Luke um relógio de bolso, Alex ganha um simples isqueiro. A carta junto ao objeto vinha com uma inscrição simples: “isso é um isqueiro”. Ela não entende o problema e acha que sua avó estava realmente doida nos momentos finais de sua existência. Até que seu avô Frank a mostra que o envelope estava grudado devido ao calor e que a havia outra mensagem. Aí sim… Na hora da cerimônia com as cinzas de Grace, Alex toma a palavra e faz aquele que é o melhor momento da temporada. O isqueiro era de Paul Newman, que ele esqueceu em uma lanchonete. Grace então o pegou, um pequeno delito visto pelo garçom. O garçom disse que não contaria nada e desde então eles se conheceram, se casaram e tiveram vários filhos e netos, entre eles, a Alex. O isqueiro representava um ato contra a personalidade dela, de mulher certinha, que resultou em uma das melhores coisas de sua vida, que a ligou ao homem que ela amaria. A mensagem era clara para Alex. Ela entendeu muito bem e, com o isqueiro, acendeu uma última queima de fogos de artifícios para a sua avó. Realmente lindo. Aliás, quase todos os episódios desta temporada terminam com estes finais água com açúcar.

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E a temporada termina assim: Mitchell que voltar a ser advogado, Phill tem que apresentar Annie (Anita Gillette) para seu pai. Cam, Jay, Glória, e todos os outros não tem mais nada o que fazer. Ainda acho que a ideia do filho e a prisão da Glória teriam salvo o episódio…

Por Zé Vinícius