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REVIEW: The Newsroom (S02E01)

18 jul

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First Thing We Do, Let’s Kill All the Lawyers

Sobre o primeiro episódio da segunda temporada de The Newsroom, acho que a primeira coisa a comentar é: Graças a Deus mudaram a abertura! A primeira era horrível, com umas imagens dramáticas e o background deprê. Ok, a música continua a mesma, mas deram uma aceleradinha nela e estão mostrando cenas que têm mais a ver com a rotina da série.

Bem, a segunda temporada começou confusa, como a maioria dos episódios começa. Não dava para entender nada: por que o News Night precisava de uma equipe de advogados? Por que estão questionando todo mundo? Meus Deus, POR QUE a Maggie fez aquilo com o cabelo dela e está com aquela cara de revoltada??? Bateu um desespero quando não sabia a resposta para nada disso. Então, ao longo do episódio, os flashbacks.

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Jane Fonda dá um show interpretando a personagem Leona Lansing

I want the fucking pijama people stop stealing it

Sempre achei interessante o fato de utilizarem notícias reais na série, o que dá uma contextualizada bacana. Depois de Will McAvoy ter chamado a Tea Party de “o Talibã americano”, Reese Lansing, presidente da emissora AWM, foi barrado na porta da Câmara de Deputados, onde deveria participar da reunião do SOPA (Stop Online Piracy Act). Achei ótimo a Leona falando “I want the fucking pijama people stop stealing it” – referindo-se à pirataria. Achei isso hilário.

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Reese ficou com cara de besta após ser barrado na porta da reunião do SOPA

O insulto de Will à Tea Party ainda resultou na sua retirada da apresentação do jornal durante o aniversário da tragédia do 11 de setembro, o que fez com que ele surtasse um pouco.

A tranqüilidade de Will na bancada, combinada com a agilidade da Mackenzie nos bastidores fazem o jornal que deixa a gente na maior empolgação. Eles estão cobrindo a Guerra na Líbia e as comemorações de quando Gaddafi é deposto, quando um produtor em New Hampshire quebra o tornozelo e precisa ser substituído. Jim pede para Mackenzie deixá-lo ir, só para ficar longe de Maggie, que é uma besta por estar nessa lenga lenga ainda.

 

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Charlie chama Sloan de “Finance Skirt”

Who’s Jerry?

Eis que começa a merda. Quando Jim parte para New Hampshire, um produtor de Washington o substitui no News Night, em Nova York. Jerry Dantana é um cara estranho, que não me parece confiável. Will não fica satisfeito com a mudança de produtor sênior, e com razão.

É engraçado o quanto Will e Sloan (ou “finance skirt”, como diria Charlie) são parecidos. Will precisa errar o nome de Jerry umas quatro vezes seguidas até acertar. Sloan passa pelos menos meia hora conversando com o produtor substituto, mas quando Will a pede para ficar de olho em Jerry, ela responde “Quem é Jerry?”.

Surge uma nova pauta: os ataques dos EUA a um veículo no Paquistão. Quem estava no veículo: o chefe da Al Qaeda no Paquistão. A notícia resulta num painel no News Night, que conta com Will, Sloan, um especialista em ética e um analista militar. Mackenzie queria chamar o analista militar que é uma fonte de Jim, mas Jerry insistiu em uma outra fonte: Cyrus West, que acabou estragando o painel. Sloan afirmava que era moralmente errado e caro utilizar de ataques como aquele, mas Cyrus diz que se importa mais com as vidas dos soldados americanos do que com os civis do Paquistão. Isso deixa Sloan possessa, enquanto Will apenas fica calado, o que não é comum. Ele simplesmente ignora a oportunidade de contra-atacar os argumentos do cara, o que deixa Mackenzie possessa. Mas essa ainda não é a história importante.

O tal Cyrus West promete fornecer a Jerry uma informação ultra sigilosa, que tem a capacidade de fazer carreiras e terminar presidências: Genoa.

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Neal resolveu entrar de cabeça da história do Occupy Wall Street

Occupy Wall Street

Outra história foi introduzida já neste primeiro episódio: Occupy Wall Street. Trata-se de um movimento de protesto contra a desigualdade econômica e social, a ganância, a corrupção e a influência das empresas no setor financeiro do Governo dos EUA. Ele foi iniciado em 17 de setembro de 2011, no Zuccotti Park, em Manhattan.

Neal foi o primeiro a perceber a importância do movimento logo em seu início e participou da primeira reunião, no Tompkins Square Park. Esse plot não me pareceu tão interessante, até meio chato. O personagem interpretado por Dev Patel conhece uma das organizadoras do movimento (uma hipster aí) e tenta ajudá-la, aconselhando-a a dar um foco ao movimento, senão seria apenas uma piada. Ela não dá ouvidos e só fica criticando a mídia.

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O beijinho sem graça da Maggie e do Jim no final da primeira temporada, que não rendeu nada ainda.

Jim – Maggie – Don – Sloan

E claro, toda série tem seus subplots romanticozinhos. Geralmente são triângulos amorosos, no caso de The Newsroom é um “quarteto amoroso”.

Don descobre que Maggie é apaixonada por Jim, porque, é claro, alguém postou no Youtube aquela declaração dela no último episódio da primeira temporada. Eu estava estranhando a demora para ele descobrir, já que é óbvio que uma declaração desesperada na frente de um ônibus cheio de turistas resultaria em um vídeo no Youtube. Pelo menos isso fez com que o Don finalmente admitisse que não gosta da Maggie, porque já estava na cara. Ele saiu do próprio apartamento e a deixou lá. Ela, como sempre, ficou com aquela cara de pastel, logo agora que o Jim está longe. Eu acho é pouco. Espero que quando ele volte, não fique correndo atrás dela.

Enquanto isso, a pobre da Sloan tem que lidar com a cara queimando na frente de Don depois de declarar que só não havia saído com ninguém ainda, porque ele não havia a convidado. Ela finge que foi de brincadeira, mas ele não compra essa. Eles devem se pegar, o que eu acho uma pena, já que continuo achando o Don chato demais pra ela. E ela é mais engraçada sozinha.

Mas ainda estamos sem saber toda a história que levou à situação do início do episódio. A Maggie com aquele visual horroroso provavelmente não está feliz e contente com o Jim. Os próximos episódios continuarão com flashbacks até chegar à cena com os advogados.

Por thafullin

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Vale a pena assistir: The Newsroom

2 jul

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Lançada em 2012, The Newsroom é uma série da HBO, que foi criada por Aaron Sorkin e dirigida por Greg Mottola.

 “We Just Decide To”

A primeira cena da série já te deixa sem fôlego e com a boca aberta. O piloto já começa tão bem que ganhou o prêmio American Cinema Editors. Confira a cena de abertura da série:

A série

The Newsroom mostra a rotina de um telejornal diário de horário nobre, com toda a sua correria, emoção e apreensão.

Will McAvoy (Jeff Daniels) é o âncora do News Night. Após passar por problemas de concentração, ele tira férias forçadas e, quando retorna ao trabalho, percebe que sua equipe de produção o deixou para trabalhar em outro programa da emissora. Will então se vê na situação de ter que trabalhar com uma nova equipe que fora contratada por seu chefe, Charlie Skinner (Sam Waterson). A equipe de produção é liderada pela produtora executiva Mackenzie McHale (Emily Mortimer), ex-namorada de Will e antiga produtora do telejornal.

O que logo de início percebemos é que a escolha de Charlie pela nova produtora executiva não é por acaso, ele sabe que ela é boa no que faz e gosta de ver Mackenzie e Will trabalharem juntos. E o que eles fazem é simplesmente o melhor telejornal de todos os tempos. Mas, claro, passam por muitos problemas, obstáculos corporativos e comerciais, sendo o principal deles a própria empresa mãe da emissora.

O objetivo da nova equipe, junto com Will e Charlie, é mudar o estilo do telejornal, que estava muito passivo. Eles querem fazer jornalismo de verdade, de forma crítica. E ao contarem a verdade em frente às câmeras, a equipe do News Night ameaça os interesses de muitos políticos e empresários dos EUA, inclusive da própria Leona Lansing (Jane Fonda), proprietária da Atlantis Media Group e da Atlantic Cable News (ACN), emissora do News Night.

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“I’ll Try To Fix You”

A série retrata acontecimentos reais, mostrando como são noticiados no telejornal, como a morte de Osama Bin Laden, por exemplo.

Grande parte da história se passa dentro da redação, mostrando a vida de quem convive diariamente com as notícias e tem pressa para passá-las ao público da melhor forma possível. Um dos episódios que achei mais empolgante foi o 4º, quando ocorre um tiroteio e uma congressista é atingida na cabeça e a equipe do telejornal precisa fazer um plantão para apurar os fatos e passar a informação ao público. Quando três emissoras concorrentes noticiam a morte da congressista, a equipe do News Night se sente pressionada a dar a mesma notícia, visto que a audiência estava indo para os demais canais, mas eles decidem aguardar um comunicado do hospital, que ainda não havia se pronunciado. No fim das contas, os outros canais estavam errados e a congressista ainda estava viva e começando a ser operada. Todos ficam emocionados e empolgados por terem feito a coisa certa. A frase dita por Don Keefer (Thomas Sadoski) – antigo produtor executivo do News Night – ao presidente da emissora foi a que mais marcou o episódio: “É uma pessoa. É um médico que anuncia a morte dela, não os noticiários”.

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Elenco

Na minha opinião, The Newsroom tem o melhor elenco de todas as séries de TV. A forma como os atores se encaixam perfeitamente aos papéis e como eles combinam com a trama da série é inexplicável. Além disso, são todos atores excelentes, com destaque para Jeff Daniels e Emily Mortimer, que são fantásticos.

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Will McAvoy (Jeff Daniels)

Will é um republicano registrado, que acaba atacando o próprio partido inúmeras vezes em seu telejornal. Ele e âncora do News Night, extremamente inteligente e sincero, mas com péssimas habilidades para lidar com pessoas. Chega a ser engraçado como ele não sabe conversar e ser simpático com as pessoas. Além de jornalista, ele é formado em Direito e já havia trabalhado como promotor, o que facilita seu novo estilo de jornalismo crítico e que condena pessoas que mentem e cometem crimes.

Will e Mackenzie compartilham um passado que ainda os assombra. Quando eles namoravam, ela o traiu com um ex e ele nunca a perdoou por isso.

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Mackenzie McHale (Emily Mortimer)

Uma das personagens mais bem escritas que eu já vi. Ela é excêntrica e adorável ao mesmo tempo. Sua excentricidade pode ser explicada pelo fato de, por exemplo, ela ter um sotaque que parece britânico, mas ela não tem nada de britânica, ela é completamente americana e ama a América. E é ótima a empolgação dela com o trabalho, deixando qualquer um empolgado junto. Ela é engraçada e ao mesmo tempo muito boa de serviço.

 É muito engraçado o fato de ela, do jeito que é, já ter trabalhado em zonas de guerra no Oriente Médio como jornalista.

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Jim Harper (John Gallagher Jr.)

Jim é um cara muito novo para já ser Produtor Sênior, mas Mackenzie confia nele completamente, e logo nós entendemos o porquê. Ele é um ótimo profissional, responsável e viciado em trabalho. Não é uma pessoa popular, muito menos com as mulheres, principalmente por ser extremamente tímido e meio nerd, daqueles que fala rápido demais e de forma engraçada. Isso é o que o faz ainda mais adorável e charmoso. Ele e Mackenzie são meus personagens favoritos.

Logo que chega à redação, sua atenção cai sobre Maggie, a desajeitada assistente de Will.

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Maggie Jordan (Alison Pill)

Maggie era estagiária, depois foi promovida a assistente de Will por acidente – ele a confundiu com sua assistente – e, assim que Mackenzie chegou, ela foi promovida a produtora. Maggie é uma pessoa muito desajeitada, de forma bastante engraçada, dessas que hesitam antes de falar qualquer coisa e saem tropeçando nas próprias pernas. Achei muito interessante o fato de ela ter Síndrome do Pânico, o que deixa a personagem mais interessante.

Maggie namora Don Keefer, mas logo se interessa por Jim, que também gosta dela. E você torce a série inteira para eles ficarem juntos, já que Don não é muito simpático.

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Don Keefer (Thomas Sadoski)

Ok, ele não é muito simpático. Mas em alguns momentos da série você acaba gostando dele e fica meio na dúvida. Seus momentos felizes são quando ele faz coisas fodas para conseguir uma informação ou toma decisões fodas de não passar determinada informação. Nesses momentos ele te deixa empolgado.

Don é o ex-produtor executivo do News Night. Quando Will tira suas férias forçadas, Don o deixa e leva sua equipe para trabalhar em outro programa da emissora. Mas constantemente ele está ajudando a equipe do News Night.

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Neal Sampat (Dev Patel)

Um indiano nerd engraçado, que você simpatiza logo de início. Sim, ele é o Slumdog Millionaire. Neal é o cara que escreve o blog de Will. Will não sabia que tinha um blog e chama Neal de “cara do TI”.

Apesar de não ser um produtor, Neal freqüentemente ajuda a equipe a produzir o telejornal.

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Sloan Sabbith (Olivia Munn)

Imagine uma economista com dois PHDs, com pernas de modelo da Vitoria Secret (Will realmente usou essa expressão na série) e sem nenhuma habilidade para lidar com pessoas. Essa é Sloan Sabbith. Chega a ser cômico.

Ela faz colunas de opinião sobre economia durante o telejornal e é quase tão sem jeito com pessoas quanto Will.

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Charlie Skinner (Sam Waterson)

Ele é o chefe que todo mundo queria ter: gente boa, empolgado e que luta pelos direitos de seus empregados. Charlie faz questão de um telejornal bem feito, crítico e com informações de qualidade, mesmo que ele tenha que enfrentar a ira de Leona Lansing, a proprietária da emissora.

2ª Temporada

De acordo com o Deadline, a nova temporada irá focar na campanha presidencial dos Estados Unidos, disputada por Mitt Romney e Barack Obama.

A 2ª temporada de The Newsroom estreia no dia 14 de julho nos EUA e 15 de julho no Brasil.

Confira os dois trailers da nova temporada lançados pela HBO:

Por thafullin

REVIEW: Game of Thrones (Season finale – Mhysa)

11 jun

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Eu esperava que a HBO mudasse um pouco na terceira temporada sabe, que nos desse um décimo episódio digno. E dava para fazer; o conteúdo de ‘A Tormenta das Espadas’ pedia isso. Até ignorei o trailer que contou tudo o aconteceria da season finale da 3ª temporada. Mas ela não veio. O padrão GOT foi mantido. Episódio nove: sensacional. Episódio dez: inferior ao que vimos antes. Mhysa é o típico episódio de transição entre uma temporada para a outra. Criam dezenas de laços, lançam dezenas de cordas, mas não mostram onde, nem por que. Sabe aquele teaser que aparece ao final de cada episódio? É como se tivesse sido um teaser de 60 minutos sobre a 4ª temporada. É isso que faz o expectador voltar? Sei lá, creio que voltaria de qualquer jeito. A história faria isso por si só. Mas vá entender esse mercado louco. Mhysa foi ao ar no dia 9 de junho, pela HBO Brasil, escrito por David Benioff e D.B. Weiss e dirigido por David Nutter. Teve seus momentos, apresentou todas as tramas, mas não mostrou o que eu queria…

Preciso falar que tem spoiler? Só da série. Não falamos nada relacionado ao livro, ou ao que acontecem com os personagens no decorrer da história. Série e série, livro é livro. Esperamos um dia para dar tempo de você baixar, caso não tenha visto na TV. Se baixou e ainda não viu: faça isso agora. Se não conhece a série, vale a pena conhecer.

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Então… Restam poucos Starks. E não tem como prever nada do futuro dos quatro. O que Arya (Maisie Williams) irá fazer agora? A pequena até começou uma micro vingança: encontrou um grupo Frey no caminho e matou seu primeiro. A garota começa a virar uma guerreira. Será que Sandor “The hound” Clegane (Rory McCann) será o novo tutor dela? Aprendendo a matar com aquele que você quer matar. Uma trama legal.

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E Bran (Isaac Hempstead Wright) continua a sua saga e busca do Corvo de Três Olhos, ou o que quer que isso represente. Agora do outro lado da Muralha, com a multidão de Caminhantes Brancos soltos. E Jon (Kit Harington)? Uma coisa que aprendi: nunca traia uma selvagem. Como vai ficar o relacionamento dos dois agora que ele retornou para a Muralha e ela está indo lutar contra ele?

E a Sansa (Sophie Turner), que casou com o anão, parecia até estar mais feliz, até saber da morte de Robb. Como ela vai se livrar deste casamento e cadê o Petyr ‘Mindinho’ Baelish (Aidan Gillen)? Disse que iria livrar a Sansa, mas ainda não fez nada. E ela provavelmente não fará nada sozinha.

Enquanto isso, no Pequeno Conselho

Continuando em Porto Real, a crise de poder se instaurou. Joffrey (Jack Gleeson) quer mostrar que é o Rei e faz o que quer. Tyrion (Peter Dinklage) avisou que o esporte preferido dele, que é humilhar Sansa Stark, está cancelado, e o ameaça de morte, caso ele tente fazer algo com ela. Pra piorar, Tywin Lannister (Charles Dance) também se cansou dos ataques do neto. O poder é frágil. A volta de James (Nikolaj Coster-Waldau) sem a mão mostra isso. O cara que saiu como o principal cavaleiro volta e é confundido com um mendigo. E realmente, o que ele vai ser agora sem um braço? Será que Cersei (Lena Headey) vai querer o irmão amante de volta mesmo assim?

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Poder também é o tema da conversa entre Tyrion e seu pai, que resulta no rompimento total da relação dos dois. O anão agora sabe com certeza que tem o ódio de seu pai, e que só está vivo por causa da obrigação de Tywin com a família. Casado com Sansa, com uma amante que não quer fugir, e parece não querer o dinheiro dele também, e com a maldição de ser um anão, qual será o caminho de Tyrion agora? Como ele vai fazer para conseguir poder novamente, poder além do seu nome?

A Guerra

“A Guerra dos Cinco Reis não é nada. A verdadeira guerra será no Norte”. Quem disse isso? Melisandre (Carice van Houten). A vermelhinha. Sabida a garota. Gendry (Joe Dempsie) ia ser sacrificado mas foi salvo por Davos Seaworth (Liam Cunningham). O Cavaleiro das Cebolas então muda o rumo da guerra. Ele mostra uma carta para Stannis (Stephen Dillane) gente, o Davos tá lendo e revela o que está acontecendo do outro lado da Muralha. Se a mesma noticia chegou em Porto Real e foi ignorada, e olha que para lá foi enviada uma mão, o mesmo não aconteceria no locar onde mais se acredita em magia na atualidade. A Guerra agora rumará para o Norte, e será em outro nível.

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E o episódio fecha no principal momento. O crescimento de Khaleesi. Enquanto em Porto Real, o poder começa a ruir o Reino, em Yunkai, Daenerys (Emilia Clarke) começa seu reinado justo, sem escravos, o Reino livre, sua utopia. Claro, uma utopia com dragões. Sem eles, ela não seria nada, seria pior que seu irmão, o Rei Pedinte, como era conhecido. O crescimento da personagem é o melhor da série. Começou vendida em casamento, tentou se matar e ressuscitou do fogo, e agora começa o seu reinado. Resta saber quando o poder irá começar a ruir. Pelo menos foi isso que aprendi com R.R. Martin…

Nota:

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Ramsay Snow (Iwan Rheon), o bastardo Bolton, está roubando a série. Com um vilão muito mais trabalhado do que o mimado Joffrey, ele faz da tortura física e psicológica de Theon (Alfie Allen) algo sensacional. Ao lado de Tyrion e Arya, são os donos das melhores atuações.

E você? Gostou dos rumos que a série tem tomado? Queria mais ação no último episódio? Deixe sua opinião nos comentários…