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REVIEW: Game of Thrones (Season finale – Mhysa)

11 jun

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Eu esperava que a HBO mudasse um pouco na terceira temporada sabe, que nos desse um décimo episódio digno. E dava para fazer; o conteúdo de ‘A Tormenta das Espadas’ pedia isso. Até ignorei o trailer que contou tudo o aconteceria da season finale da 3ª temporada. Mas ela não veio. O padrão GOT foi mantido. Episódio nove: sensacional. Episódio dez: inferior ao que vimos antes. Mhysa é o típico episódio de transição entre uma temporada para a outra. Criam dezenas de laços, lançam dezenas de cordas, mas não mostram onde, nem por que. Sabe aquele teaser que aparece ao final de cada episódio? É como se tivesse sido um teaser de 60 minutos sobre a 4ª temporada. É isso que faz o expectador voltar? Sei lá, creio que voltaria de qualquer jeito. A história faria isso por si só. Mas vá entender esse mercado louco. Mhysa foi ao ar no dia 9 de junho, pela HBO Brasil, escrito por David Benioff e D.B. Weiss e dirigido por David Nutter. Teve seus momentos, apresentou todas as tramas, mas não mostrou o que eu queria…

Preciso falar que tem spoiler? Só da série. Não falamos nada relacionado ao livro, ou ao que acontecem com os personagens no decorrer da história. Série e série, livro é livro. Esperamos um dia para dar tempo de você baixar, caso não tenha visto na TV. Se baixou e ainda não viu: faça isso agora. Se não conhece a série, vale a pena conhecer.

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Então… Restam poucos Starks. E não tem como prever nada do futuro dos quatro. O que Arya (Maisie Williams) irá fazer agora? A pequena até começou uma micro vingança: encontrou um grupo Frey no caminho e matou seu primeiro. A garota começa a virar uma guerreira. Será que Sandor “The hound” Clegane (Rory McCann) será o novo tutor dela? Aprendendo a matar com aquele que você quer matar. Uma trama legal.

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E Bran (Isaac Hempstead Wright) continua a sua saga e busca do Corvo de Três Olhos, ou o que quer que isso represente. Agora do outro lado da Muralha, com a multidão de Caminhantes Brancos soltos. E Jon (Kit Harington)? Uma coisa que aprendi: nunca traia uma selvagem. Como vai ficar o relacionamento dos dois agora que ele retornou para a Muralha e ela está indo lutar contra ele?

E a Sansa (Sophie Turner), que casou com o anão, parecia até estar mais feliz, até saber da morte de Robb. Como ela vai se livrar deste casamento e cadê o Petyr ‘Mindinho’ Baelish (Aidan Gillen)? Disse que iria livrar a Sansa, mas ainda não fez nada. E ela provavelmente não fará nada sozinha.

Enquanto isso, no Pequeno Conselho

Continuando em Porto Real, a crise de poder se instaurou. Joffrey (Jack Gleeson) quer mostrar que é o Rei e faz o que quer. Tyrion (Peter Dinklage) avisou que o esporte preferido dele, que é humilhar Sansa Stark, está cancelado, e o ameaça de morte, caso ele tente fazer algo com ela. Pra piorar, Tywin Lannister (Charles Dance) também se cansou dos ataques do neto. O poder é frágil. A volta de James (Nikolaj Coster-Waldau) sem a mão mostra isso. O cara que saiu como o principal cavaleiro volta e é confundido com um mendigo. E realmente, o que ele vai ser agora sem um braço? Será que Cersei (Lena Headey) vai querer o irmão amante de volta mesmo assim?

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Poder também é o tema da conversa entre Tyrion e seu pai, que resulta no rompimento total da relação dos dois. O anão agora sabe com certeza que tem o ódio de seu pai, e que só está vivo por causa da obrigação de Tywin com a família. Casado com Sansa, com uma amante que não quer fugir, e parece não querer o dinheiro dele também, e com a maldição de ser um anão, qual será o caminho de Tyrion agora? Como ele vai fazer para conseguir poder novamente, poder além do seu nome?

A Guerra

“A Guerra dos Cinco Reis não é nada. A verdadeira guerra será no Norte”. Quem disse isso? Melisandre (Carice van Houten). A vermelhinha. Sabida a garota. Gendry (Joe Dempsie) ia ser sacrificado mas foi salvo por Davos Seaworth (Liam Cunningham). O Cavaleiro das Cebolas então muda o rumo da guerra. Ele mostra uma carta para Stannis (Stephen Dillane) gente, o Davos tá lendo e revela o que está acontecendo do outro lado da Muralha. Se a mesma noticia chegou em Porto Real e foi ignorada, e olha que para lá foi enviada uma mão, o mesmo não aconteceria no locar onde mais se acredita em magia na atualidade. A Guerra agora rumará para o Norte, e será em outro nível.

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E o episódio fecha no principal momento. O crescimento de Khaleesi. Enquanto em Porto Real, o poder começa a ruir o Reino, em Yunkai, Daenerys (Emilia Clarke) começa seu reinado justo, sem escravos, o Reino livre, sua utopia. Claro, uma utopia com dragões. Sem eles, ela não seria nada, seria pior que seu irmão, o Rei Pedinte, como era conhecido. O crescimento da personagem é o melhor da série. Começou vendida em casamento, tentou se matar e ressuscitou do fogo, e agora começa o seu reinado. Resta saber quando o poder irá começar a ruir. Pelo menos foi isso que aprendi com R.R. Martin…

Nota:

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Ramsay Snow (Iwan Rheon), o bastardo Bolton, está roubando a série. Com um vilão muito mais trabalhado do que o mimado Joffrey, ele faz da tortura física e psicológica de Theon (Alfie Allen) algo sensacional. Ao lado de Tyrion e Arya, são os donos das melhores atuações.

E você? Gostou dos rumos que a série tem tomado? Queria mais ação no último episódio? Deixe sua opinião nos comentários…

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Showtime libera informações sobre a 8ª temporada de Dexter

10 jun

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Durante toda a sétima temporada, Debra Morgan foi uma excelente policial e tenente, sempre no pé de Dexter, de modo até meio chato. Isso somente até o final da temporada. Mas no trailer da oitava e última temporada, que foi lançado em maio, percebemos que ela muda de comportamento. A impressão que dá é que Debra volta a ser um pouco do que era antes, o que pode ser um alívio para muita gente que não gostou de vê-la tão tensa na última temporada.

O amor por Dexter transforma a vida da personagem em um verdadeiro inferno. Ela passou de policial estreante, para policial auto-confiante, para depois ser assassina. E agora, na próxima temporada, podemos esperar uma Debra Morgan revoltada, perturbada.

Na nova temporada, há ainda a chegada de uma doutora especialista em psicopatas, o que representa uma grande ameaça para Dexter. Mas quem será essa doutora? E por que ela está dando tanta atenção a Dexter? Será que ela sabe alguma coisa?

A nova personagem, Dra. Evelyn Vogel, é interpretada por Charlotte Rampling. Ela é uma neuropsiquiatra, conhecida como “psychopath whisperer”. Tudo indica de que ela irá mudar muita coisa na história da série.

Esta última temporada será bastante agitada, esperamos que ela salve a série.

A 8ª temporada de Dexter estreia nos EUA no dia 30 de junho. No Brasil, ela sai no dia 1º de julho.

(Com informações do site TVLine)

Se você ainda não viu o trailer da 8ª temporada, confira aqui:

Para conferir mais notícias do Salada de Bacon, clique aqui.

REVIEW – Mad Men (S06E10) – A Tale of Two Cities

8 jun

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O episódio 10 da 6ª temporada de Mad Men começou confuso, como a maioria dos demais. Mas como todo episódio da série, ele foi se desenrolando para chegar a uma conclusão. É interessante a forma como a série é apresentada e sua direção muito bem feita, além da elegância dos cenários e figurinos, a riqueza de detalhes e a trilha sonora perfeita. O responsável pelo visual padrão de Mad Men foi o diretor Alan Taylor, que dirigiu Os Sopranos.

Em “A Tale of Two Cities”, os novos sócios da agência, Ted Chaough (Kevin Rahm) e Jim Cutler (Harry Hamlin), estão se preparando para realizar uma mudança radical na agência. Enquanto isso, Don Draper (Jon Hamm) e Roger Sterling (John Slattery) estão visitando um potencial cliente em Los Angeles.

O episódio começa com a Convenção Nacional Democrata de 1968, onde o candidato a presidente dos EUA, Hubert Humphrey discursava. O evento estava sendo transmitido ao vivo pela TV. Na época, estavam sendo realizadas diversas manifestações populares contra a Guerra do Vietnã, que eram repreendidas pelos policiais. Humphrey era democrata e concorria com Richard Rixon, republicano. No fim, Nixon utilizou os tumultos a seu favor e acabou vencendo. Em sua campanha, o candidato prometeu restaurar a lei e a ordem nas cidades do país.

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Logo no início do episódio, Megan (Jéssica Paré) e Don assistem à Convenção pela TV. Megan estranha não estarem debatendo a guerra e Don logo explica que Humphrey não pode assumir que é contra a guerra em plena transmissão nacional. Ele ainda continua, dizendo que a guerra só começará a ser debatida 30 segundos após o horário nobre e que as notícias de policiais repreendendo manifestantes com violência também não passaram no horário nobre. Mas o próprio Don não parece se importar muito com a situação. A série mostra que o executivos da Avenida Madison não são tão engajados politicamente, muito menos politicamente corretos. Assim como Cutler, um dos novos sócios da agência, que não demonstra nenhum interesse nas notícias sobre a guerra e as manifestações e ainda afirma que o que não pertence a seus negócios não lhe interessa. Michael Ginsberg (Ben Feldman) é que não gostou disso e o acusou de negligência, nazismo, racismo e daí por diante.

Ginsberg ficou um tempo sem destaque na série, o que acho uma pena, já que ainda há muito o que explorar no personagem. Ele é uma figura interessante da série, claramente com algum distúrbio mental. Acredito que ele possa ter a Síndrome de Aspenger, principalmente por sua dificuldade de interação social e em processar emoções. Mas nem ele mesmo imagina isso, já que a síndrome só foi reconhecida em 1994. O ator Ben Feldman consegue mostrar bem a excentricidade do personagem.

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Já Cutler chegou de fininho e quase sem ser notado, mas a verdade é que acredito que ele esteja tramando alguma coisa. Ele já começou a dar sinais disso, por meio das intrigas que tem causado entre os “dois lados” da nova agência. E ninguém percebeu isso ainda, exceto, talvez, por Pete Campbell (Vincent Kartheiser), mas ele não costuma ser levado a sério pelos outros.

Quanto a Bob Benson (James Wolk)… até hoje não sabemos qual é a dele.

Em Los Angeles, Sterling acreditava que conseguir o cliente seria fácil, já que a agência agora é grande. Mas, durante a reunião com os sócios da empresa de leite em pó e laticínios, ele, Don e Harry Crane (Rich Sommer) foram surpreendidos pela questão apontada pelos clientes: o conflito entre a empresa deles e a Life Cereal, também cliente da agência. Don logo tira a resposta da manga: públicos diferentes. O público da empresa de laticínios é composto por adultos, o público da Life Cereal é composto por crianças, pois adultos não gostam de cereal, mas de ovos e bacon. O mais interessante da série é exatamente essa parte de reuniões com clientes, o funcionamento da agência, ver como eles trabalham e resolvem os problemas…

Don resolve provar haxixe. Ele não diz ‘não’ para nada. Engraçado um cara resolver provar todo tipo de droga depois dos 40, assim como Sterling com o LSD. Depois de fumar o haxixe, Don começa a ter alucinações, vendo a Megan dizendo que estava grávida. Inicialmente, pensei que era outra mulher, que ele estava enxergando como Megan. Depois descobrimos que o tempo todo ele está afogado na piscina, quase morrendo. Foi bastante viajado e desnecessário, só para mostrar que o Don ainda é um danado.

Sterling, hilário e sarcástico como sempre, perde uma mulher de nome Lotus (Evan Lorene), que estava totalmente drogada e sem entender nada da situação, para Danny Siegel (Danny Strong). Danny é um ex redator da agência, que era ruim de serviço e foi contratado somente porque era primo de Jane (Peyton List), ex esposa de Sterling.

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A decisão de Joan Harris (Christina Hendricks) de correr atrás de uma nova conta (Avon Cosméticos) deve ter animado muita gente, como eu. Deu uma nova perspectiva para a personagem, que estava meio sem graça na série. Ela agora está tentando crescer na agência, ganhar mais importância e mostrar que é capaz de lidar com o atendimento ao cliente. Desde o início da série, Joan batalha para ocupar seu lugar na “base da porrada”.

Claro que a decisão de Joan deixa Campbell furioso, pois ele é quem deveria atender os clientes e trazê-los para a agência.

A cena final do episódio foi muito bem dirigida. Estressado com a situação da agência, sendo a gota d’água Joan ficar com o atendimento da Avon, Pete Campbell fuma um baseado para tentar relaxar, porque ele é sempre tão tenso. A câmera lenta e a  troca de tomadas deixam a cena bem interessante, enquanto Pete segue, com os olhos, as pernas de uma mulher que passa. Acredito que a cena deixa a possibilidade de uma mudança de comportamento do personagem.

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No início do episódio 10, os sócios da agência discutem sobre o nome da empresa, que ainda possuía os sobrenomes de dois sócios já mortos. Eu também estava me perguntando quando eles resolveriam isso. Depois da fusão, a agência ficou praticamente sem nome, porque “Sterling Cooper Draper Pryce” eu já achava grande, com a adição de mais três sobrenomes, ficou impossível alguém lembrar todo o nome da agência. Então a empresa ficou sem uma identidade, o que não pode acontecer de jeito nenhum a uma agência de publicidade ou qualquer outra empresa. Depois de muitas discussões e de nenhum dos sócios querer ter seu sobrenome por último, Chaough e Cutler propõem o nome “Sterling Cooper and Partners” (Sterling Cooper e sócios). Achei bastante estranho, acredito que estão tramando alguma coisa, o que provavelmente só saberemos na próxima temporada.

Por thafullin.

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Orange is the New Black: série da Netflix ganha trailer e pôster nacional

6 jun

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“Orange is the New Black” é a nova série produzida pela Netflix.

Criada por Jenji Kohan (Weeds), a série será lançada em 11 de julho.

Gênero: Drama/Comédia.
Sinopse:
Orange is the New Black conta a história de Piper Chapman (Taylor Schilling), que foi presa em uma penitenciária federal por manter uma relação com a traficante Alex (Laura Prepon). Ela é obrigada a trocar sua vida em Nova York com seu noivo Larry (Jason Biggs) pela vida na sela feminina.
A série promete cenas dramáticas misturadas com muitos momentos de risadas, com seu humor negro. Vale à pena conferir!

The Borgias não terá uma 4ª temporada

6 jun

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Isso mesmo. A série The Borgias, da Showtime, foi cancelada.

Na última quarta-feira (05/06), a emissora anunciou que o último episódio da 3ª temporada, que vai ao ar no dia 16 de junho, nos EUA, não será apenas a Season Finale, mas também o final da série.

Em entrevista ao Deadline, o criador da série, Neil Jordan, afirmou: “Quando eles olharam para o quanto iria custar, era muito caro. Eu teria amado dar um encerramento a todos os personagens. Todos os atores estão de coração partido por não podermos continuar, e eu também. “

A SÉRIE

Gênero: Drama / Ficção histórica.

Criador: Neil Jordan.

Emissora: Showtime.

Primeiro episódio: 3 de abril de 2011.

Sinopse:

The Borgias acompanha a saga da família Borgia, enquanto eles ganham mais poder na Igreja Católica Romana. Com a ajuda de seu filho, Rodrigo Borgia utiliza de suborno para manter sua posição como Papa Alexandre VI. E é claro, ele ganhou vários inimigos no Colégio de Cardiais, os quais começaram a tramar contra ele. Então, ele começa a procurar por aliados.